27-05-2007, 11:42 PM
Era disto k tava a falar ha bocado.
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F1 GP Mónaco 2007
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28-05-2007, 12:39 AM
(This post was last modified: 28-05-2007, 12:41 AM by Bruno Marques.)
ArrayLindo... na minha terra, chama-se a isto ter unhas para o carro!!!:fixe:[/quote]
Chama-se a isto ter unhas ? Eu chamo a isto ter controlo de tracção e um carro bem afinado. Se isto é ter unhas, os pilotos antigamente tinham garras de leão e coração de tigre, sei lá... PS : Sem querer tirar o mérito ao piloto é claro, merecida vitória!
28-05-2007, 11:56 AM
ArrayLindo... na minha terra, chama-se a isto ter unhas para o carro!!!:fixe:[/quote]
vê o vídeo que eu coloquei.. Se isto é ter unhas, aquilo é ter garras :23::fixe:
28-05-2007, 12:16 PM
Arrayvê o vídeo que eu coloquei.. Se isto é ter unhas, aquilo é ter garras :23::fixe:[/quote]
Ya claro, se tivermos um carro sem ajudas e ainda por cima meter-mos lá dentro o Alesi! Se ele não bater:laugh:é espetaculo garantido:34: Mas os "slides" do Alonso e do Lewis foram porreiros para os "today standards" Retirado do blog do Capelli: ![]() As quatro imagens acima representam quatro momentos diferentes da história da equipe McLaren e possuem significados muito especiais. A primeira é de Bruce McLaren, o fundador da equipe, no GP da Bélgica de 1968. Foi a primeira vitória da McLaren na história da Fórmula 1. A segunda é de Alain Prost, em Mônaco, 1986. Vinte anos depois da fundação, a equipe chegava à sua 50ª conquista numa temporada muito diferente. Depois de dominar a Fórmula 1 por dois anos consecutivos, a equipe já não possuía o melhor equipamento e brigava de forma desigual contra as Williams, dotadas de possantes motores Honda turbo. Mesmo assim, Prost foi campeão. Retrato de um momento difícil para o time, mas que terminou em glória. A terceira mostra Ayrton Senna vencendo o GP do Brasil de 1993. Foi uma das mais emocionantes vitórias de toda a história da equipe. Carregada de significados, foi a 100ª conquista da McLaren na Fórmula 1, mas também foi uma das últimas de Senna pelo time e representava um momento de transição. Depois de quatro títulos consecutivos, a equipe perdera os motores Honda no ano anterior e vivia uma situação inglória de equipe-cliente da Ford. Uma vitória inesperada, suada, e que simbolizou o fim de uma era. A quarta, e última, é de Fernando Alonso, hoje em Monte Carlo. O espanhol, recém-chegado ao time, marcou a 150ª vitória da McLaren em Grandes Prêmios. Bicampeão do mundo, é aquele em quem Ron Dennis apostou suas fichas para voltar a ser campeão, tentando encerrar um hiato que já dura 8 anos. Foram apenas duas vitórias, cinco corridas, mas Alonso já escreveu seu nome no livro de ouro da McLaren. Já faz companhia a Bruce McLaren, o dono-fundador-construtor-garageiro, a Alain Prost, tricampeão e com 30 vitórias pela equipe, e a Ayrton Senna, tricampeão e piloto que mais vitórias trouxe para o time inglês. Alguém duvida que novas conquistas virão?
28-05-2007, 02:15 PM
FIA anuncia: investigará atitudes da McLaren
A atitude da McLaren de proibir a disputa pela primeira posição entre Fernando Alonso e Lewis Hamilton no GP de Mônaco gerou uma investigação por parte da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Nesta segunda-feira, a entidade soltou um comunicado afirmando que analisará o incidente, alegando uma possível infração do Código Esportivo Internacional. As evidências relevantes estão sob análise e um anúncio completo será feito em breve, divulgou a FIA, em um comunicado de poucas linhas. A polêmica se deu pelo fato da McLaren ter alterado a estratégia de corrida de Hamilton a favor de Alonso. Ambos largaram em Monte Carlo com estratégias diferentes - sendo duas paradas para Fernando e uma para Lewis. Andando próximo do companheiro, o inglês herdaria a ponta após a segunda parada do companheiro, mas a escuderia inglesa resolveu alterar a tática do novato para dois pit stops, o que entregou a corrida nas mãos do espanhol. Tal atitude, a das ordens de equipe, se tornou ilegal desde o famoso episódio do GP da Áustria de 2002, quando Rubens Barrichello cedeu a vitória nos últimos metros a Michael Schumacher, seguindo decisões da cúpula da Ferrari. De acordo com a imprensa especializada, a FIA se baseará no artigo 151c do Código, que diz: Qualquer conduta fraudulenta ou ato prejudicial a qualquer competição ou aos interesses gerais do automobilismo pode ser considerada danosa ao esporte. Entretanto, o chefe da McLaren, Ron Dennis, fez questão de dizer que não fez nada de errado, relembrando o caso do GP da Austrália de 1998, quando David Coulthard abdicou do primeiro lugar, dando a vitória para Mika Hakkinen. A estratégia de equipe é usada para se vencer um GP. Ordens de equipe são usadas para manipular um GP, enfatizou o dirigente. E não manipulamos, a não ser em alguns casos excepcionais, como na Austrália em 1998, quando alguém entrou na freqüência de rádio e falou para Mika Hakkinen entrar nos boxes . Ele entrou e reverti isso, pois era injusto e uma influência externa. Esta é uma das raras ocasiões em que existiram ordens, explicou. Dennis fez questão também de dizer que não está aborrecido. Não estou incomodado. Dormi tranqüilo. Tenho uma clara consciência, tanto naquela corrida de 1998 quanto nesta, completou.
28-05-2007, 02:35 PM
ArrayFIA anuncia: investigará atitudes da McLaren
A atitude da McLaren de proibir a disputa pela primeira posição entre Fernando Alonso e Lewis Hamilton no GP de Mônaco gerou uma investigação por parte da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Nesta segunda-feira, a entidade soltou um comunicado afirmando que analisará o incidente, alegando uma possível infração do Código Esportivo Internacional. As evidências relevantes estão sob análise e um anúncio completo será feito em breve, divulgou a FIA, em um comunicado de poucas linhas. A polêmica se deu pelo fato da McLaren ter alterado a estratégia de corrida de Hamilton a favor de Alonso. Ambos largaram em Monte Carlo com estratégias diferentes - sendo duas paradas para Fernando e uma para Lewis. Andando próximo do companheiro, o inglês herdaria a ponta após a segunda parada do companheiro, mas a escuderia inglesa resolveu alterar a tática do novato para dois pit stops, o que entregou a corrida nas mãos do espanhol. Tal atitude, a das ordens de equipe, se tornou ilegal desde o famoso episódio do GP da Áustria de 2002, quando Rubens Barrichello cedeu a vitória nos últimos metros a Michael Schumacher, seguindo decisões da cúpula da Ferrari. De acordo com a imprensa especializada, a FIA se baseará no artigo 151c do Código, que diz: Qualquer conduta fraudulenta ou ato prejudicial a qualquer competição ou aos interesses gerais do automobilismo pode ser considerada danosa ao esporte. Entretanto, o chefe da McLaren, Ron Dennis, fez questão de dizer que não fez nada de errado, relembrando o caso do GP da Austrália de 1998, quando David Coulthard abdicou do primeiro lugar, dando a vitória para Mika Hakkinen. A estratégia de equipe é usada para se vencer um GP. Ordens de equipe são usadas para manipular um GP, enfatizou o dirigente. E não manipulamos, a não ser em alguns casos excepcionais, como na Austrália em 1998, quando alguém entrou na freqüência de rádio e falou para Mika Hakkinen entrar nos boxes . Ele entrou e reverti isso, pois era injusto e uma influência externa. Esta é uma das raras ocasiões em que existiram ordens, explicou. Dennis fez questão também de dizer que não está aborrecido. Não estou incomodado. Dormi tranqüilo. Tenho uma clara consciência, tanto naquela corrida de 1998 quanto nesta, completou.[/quote] Acho que se a FIA pretende, realmente, aumentar o valor desportivo das corridas de Formula 1 devia preocupar-se em alterar as regras que tornam quase negligenciável o modo de condução de cada piloto cujo papel é praticamente substituido por um computador de bordo. Assim como investir em circuitos que tornem viaveis as ultrapassagens e abolir todo o aparato de regras sobre pneus, motores e códigos de conduta anti-despotiva estapafúrdios. Penso que as ordens dadas, estrategicamente, pela equipa são legítimas, o que não implica que sejam justas do ponto de vista desportivo, mas é uma matéria que tem a ver com opções entre membros da mesma equipa com responsabilidades uns em relação aos outros. Por mais ínfame que tenha sido esse Grande Prémio em que o Barrichelo deixou passar o Schumacher a poucos metros da linha de chegada (e por mais aribitrária que tenha sido a decisão da Ferrari), essa é uma característica de qualquer desporto onde existam equipas. Para a McLaren, tendo em conta o previsível domínio da Ferrari em gande parte dos circuitos é pertinente priveligiar o Alonso que, sendo um condutor com mais experiência terá, em teoria, mais hipóteses de rivalizar os pilotos da Ferrari. Parece que a FIA tem sido um tanto tendenciosa na aplicação destes critérios de conduta anti-desportiva, tal como aconteceu no Grande Prémio de Itália do ano passado onde o Alonso foi penalizado por ter, segundo os comissários, prejudicado a volta de qualificação do Massa, ainda que estivesse mais de cem metros à frente dele ao logo de toda a volta. A justificação foi que um piloto, em qualificação, pode ser perturbado pela presença de um carro mesmo a essa distância, mas, em tudo, é importante haver limites razoáveis, se o Massa fosse perturbado pela mera presença do Alonso no Paddock seria congruente com esses princípios desportivos desqualificar o Alonso por ter aparecido no circuito no dia da corrida? Nem sei porque ainda vejo as corridas. ![]()
28-05-2007, 03:30 PM
o Monaco é especial por ser diferente do resto e nao ser exemplo para nada.
a F1 ainda so la vai sabe-se bem pq....$$$$ pq segundos os restantes parametros q a FIA impoem, ja a muito q devia ter saido do mundial. nao sei qual o espanto das ordens de equipa, ou adulteraçao do resultado (se for verdade, bem pior q o da Ferrari), qd foi o proprio Ron Dennis a criar as celebres "ordens de equipa" para falsear o resultado desportivo. Ja q o ano passado o acidente do Shumi foi investigado, esta situaçao tb deveria ser. Afinal prejudicou o cafe creme...e era muito mau para o pequeno espanhol se o outro ganhasse...ja o tinha dito o psicologo da equipa
28-05-2007, 03:47 PM
Acho que a questão é que dentro da mesma equipa não é censurável serem produzidos resultados que não correspondam exactamente ao potencial completo da equipa para essa corrida, é uma estratégia que faz parte do desporto e que também dá sentido à existência de equipas com mais do que um carro na Formula 1. Se, por exemplo, o Alonso perdesse o campeonato por um diferença marginal para um piloto da Ferrari o mais certo era a imprensa britânica, ao contrário do que faz agora, massacrar a McLaren por não terem dado aos pilotos as ordens que deviam (ou então por não as terem dado ao contrário beneficiando o Hamilton). Já na Ferrari ou na Benetton, no tempo do Schumacher, as equipas estavam concentradas em absoluto em apenas um dos dois pilotos, tanto nos recursos técnicos usados como mesmo nas estratégias aplicadas em pista, nesse caso isso também teria de ser anti-desportivo. Quando os resultados são combinados entre várias equipas, como aconteceu em 1997, isso sim, é anti-desportivo e deve ser penalizado.
Edit: Marco, tens toda a razão sobre o Mónaco, é um circuito completamente desfasado dos padrões actuais da Formula 1 e exactamente pelos motivos que referiste, já se tem falado que é bem possível acontecer o mesmo com o novo circuito de Valência. ![]() |
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