30-05-2006, 12:22 AM
Eu não tou a defender o Schumi nesta o em qualquer outra situação.
O que digo de forma clara é isto.
Situações como a do Monaco ao serem avaliadas como foram criam um precedente serio.
Para mim aquela situação he um erro. Se o Schumacher a aproveita para estacionar o carro acho improvavel mas ate so condescendente que o possa ter feito. Contudo, o cerne da questão é que avaliou-se não a manobra mas a intenção da mesma. Ou seja, que o Schumacher chega á curva e deliberada e propositadamente tem intençao de colocar o carro naquela situação. Ou seja, foi tudo premeditado.
Os comissário não avaliaram a manobra mas sim ajuizaram intenções. È isso que nao concordo. E o que digo é que a avaliação foi feita neste sentido por ser o Schumacher. Se fosse outro piloto não o teria penalizado. Esta é a minha opinião.
O precedente é grave, porque agora numa qualquer largada um qualquer piloto pode "deixar" o carro ir abaixo e prejudica quem estiver imediatamente atrás dele. Essa situação pode prejudicar o outro piloto em 2, 3 ou mais lugares, pois fica impedido de arrancar em plena velocidade. Qual vai ser o criterio nesse caso, onde o piloto lesado ainda perde mais lugares que o Alonso poderia (hipoteticamente falando) perder no Monaco (ja estava em 2º na qualificação).
Irão os comissarios avaliar a intençao? Irão considerar que a telemetria mostra que o carro se foi abaixo porque o piloto deixou-se ficar muito tempo na embraiagem ? E nesse caso penalizam ?
É contra isto que me insurjo. Quando a F1 começou a entrar por este caminho no GP de Indianapolis a coisa so pode piorar.
Se o caso Coulthard/Schumacher tivesse ocorrido nesta época como era lido ? Intenção do Coulthard ou erro? Há situações que na dúvida mais vale não as fomentar. Tipo fora de jogo, na dúvida não se marca, mas os árbitros, teimosos, não fazem caso? Ou será que quando marcam não têm dúvidas?
Pergunto eu porque razão os comissários levaram tanto tempo a decidir. Porque tinham dúvidas, penso eu. E se calhar não as esclareceram todos, mas ajuizaram a intenção na mesma.
Entre dois males, se tenho que escolher, que se escolha o menor.
O que digo de forma clara é isto.
Situações como a do Monaco ao serem avaliadas como foram criam um precedente serio.
Para mim aquela situação he um erro. Se o Schumacher a aproveita para estacionar o carro acho improvavel mas ate so condescendente que o possa ter feito. Contudo, o cerne da questão é que avaliou-se não a manobra mas a intenção da mesma. Ou seja, que o Schumacher chega á curva e deliberada e propositadamente tem intençao de colocar o carro naquela situação. Ou seja, foi tudo premeditado.
Os comissário não avaliaram a manobra mas sim ajuizaram intenções. È isso que nao concordo. E o que digo é que a avaliação foi feita neste sentido por ser o Schumacher. Se fosse outro piloto não o teria penalizado. Esta é a minha opinião.
O precedente é grave, porque agora numa qualquer largada um qualquer piloto pode "deixar" o carro ir abaixo e prejudica quem estiver imediatamente atrás dele. Essa situação pode prejudicar o outro piloto em 2, 3 ou mais lugares, pois fica impedido de arrancar em plena velocidade. Qual vai ser o criterio nesse caso, onde o piloto lesado ainda perde mais lugares que o Alonso poderia (hipoteticamente falando) perder no Monaco (ja estava em 2º na qualificação).
Irão os comissarios avaliar a intençao? Irão considerar que a telemetria mostra que o carro se foi abaixo porque o piloto deixou-se ficar muito tempo na embraiagem ? E nesse caso penalizam ?
É contra isto que me insurjo. Quando a F1 começou a entrar por este caminho no GP de Indianapolis a coisa so pode piorar.
Se o caso Coulthard/Schumacher tivesse ocorrido nesta época como era lido ? Intenção do Coulthard ou erro? Há situações que na dúvida mais vale não as fomentar. Tipo fora de jogo, na dúvida não se marca, mas os árbitros, teimosos, não fazem caso? Ou será que quando marcam não têm dúvidas?
Pergunto eu porque razão os comissários levaram tanto tempo a decidir. Porque tinham dúvidas, penso eu. E se calhar não as esclareceram todos, mas ajuizaram a intenção na mesma.
Entre dois males, se tenho que escolher, que se escolha o menor.

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