05-09-2007, 11:49 AM
ArrayHélder Rodrigues, o melhor português de sempre no Dacar em duas rodas, quinto na edição deste ano, está hospitalizado no Chile, depois de ter caído na última etapa do rali «Por Las Pampas». O motard está em coma induzido, em estado considerado grave, mas estável.
O motard perdeu muito sangue, partiu várias costelas, fez uma hemorragia pulmonar e foi-lhe retirado o baço. Contactado há minutos pela TSF, Dário Salvador, da equipa do piloto, a Lagos Team, visitou Hélder Rodrigues e conta o que viu.
«Está medicado, a dormir, já tinha outra cor... Pelo que entendi a situação está normalizada e agora temos que esperar que passe a noite para durante a manhã receber mais informações do médico. Penso que tudo estará a correr bem», afirmou.
Dário Salvador indicou ainda que o piloto está em «coma provocado, na medida em que como tem as costelas partidas é melhor estar quieto, porque se está acordado a tendência é mexer-se».
Em relação ao socorro, Dário Salvador diz que demorou: «Apesar de não terem grandes meios, os médicos da primeira clínica onde esteve foram muitos profissionais, tentaram fazer tudo, a polícia fechou mesmo a estrada para a ambulância chegar até ao helicóptero, aí não houve falhas, agora desde o local do acidente até ao hospital onde se encontra neste momento acredito que tenha demorado mais do que devia».
O piloto português sofreu a queda aparatosa quando circulava a mais de 160 quilómetros por hora. O espanhol Jordi Viladoms foi o primeiro a socorre-lo.
O jornal chileno «El Mercúrio» conta que depois de entrar no helicóptero Hélder Rodrigues seguiu para a localidade de Diego de Almagro, mas o hospital não tinha condições para o socorrer.
A seguir, Hélder Rodrigues foi transportado para o hospital público de Antofagasta que também não tinha meios para fazer frente à gravidade das lesões.
O português foi encaminhado para a Clínica Portada de Antofasga que não o aceitou de imediato devido a uma dívida antiga com a organização do rali. Só depois de desbloqueada a situação é que Hélder Rodrigues foi assistido.
Na altura da queda, a um dia do final da prova, Hélder Rodrigues era terceiro da geral nas motas. Esta prova liga a Patagónia, no extremo sul da Argentina, ao deserto de Atacama, no norte do Chile. Este é um dos palcos mais indicados para treinar o próximo Dacar.
O antigo motard Bernardo Vilar considera que quatro meses antes do arranque da prova, esta queda pode deixar Hélder Rodrigues fora de jogo, na medida que o tempo é apertado para recuperar das graves lesões que sofreu.
«Pior ainda é atacar um Dacar sem estar a 100 por cento, também já me aconteceu e não resultou bem. É fundamental estar bem fisica e psicologicamente», disse.
Bernardo Vilar lembra outras quedas que viveu na pele e diz que quando acordar Hélder Rodrigues vai sentir «uma frustração brutal».[/quote]
O motard perdeu muito sangue, partiu várias costelas, fez uma hemorragia pulmonar e foi-lhe retirado o baço. Contactado há minutos pela TSF, Dário Salvador, da equipa do piloto, a Lagos Team, visitou Hélder Rodrigues e conta o que viu.
«Está medicado, a dormir, já tinha outra cor... Pelo que entendi a situação está normalizada e agora temos que esperar que passe a noite para durante a manhã receber mais informações do médico. Penso que tudo estará a correr bem», afirmou.
Dário Salvador indicou ainda que o piloto está em «coma provocado, na medida em que como tem as costelas partidas é melhor estar quieto, porque se está acordado a tendência é mexer-se».
Em relação ao socorro, Dário Salvador diz que demorou: «Apesar de não terem grandes meios, os médicos da primeira clínica onde esteve foram muitos profissionais, tentaram fazer tudo, a polícia fechou mesmo a estrada para a ambulância chegar até ao helicóptero, aí não houve falhas, agora desde o local do acidente até ao hospital onde se encontra neste momento acredito que tenha demorado mais do que devia».
O piloto português sofreu a queda aparatosa quando circulava a mais de 160 quilómetros por hora. O espanhol Jordi Viladoms foi o primeiro a socorre-lo.
O jornal chileno «El Mercúrio» conta que depois de entrar no helicóptero Hélder Rodrigues seguiu para a localidade de Diego de Almagro, mas o hospital não tinha condições para o socorrer.
A seguir, Hélder Rodrigues foi transportado para o hospital público de Antofagasta que também não tinha meios para fazer frente à gravidade das lesões.
O português foi encaminhado para a Clínica Portada de Antofasga que não o aceitou de imediato devido a uma dívida antiga com a organização do rali. Só depois de desbloqueada a situação é que Hélder Rodrigues foi assistido.
Na altura da queda, a um dia do final da prova, Hélder Rodrigues era terceiro da geral nas motas. Esta prova liga a Patagónia, no extremo sul da Argentina, ao deserto de Atacama, no norte do Chile. Este é um dos palcos mais indicados para treinar o próximo Dacar.
O antigo motard Bernardo Vilar considera que quatro meses antes do arranque da prova, esta queda pode deixar Hélder Rodrigues fora de jogo, na medida que o tempo é apertado para recuperar das graves lesões que sofreu.
«Pior ainda é atacar um Dacar sem estar a 100 por cento, também já me aconteceu e não resultou bem. É fundamental estar bem fisica e psicologicamente», disse.
Bernardo Vilar lembra outras quedas que viveu na pele e diz que quando acordar Hélder Rodrigues vai sentir «uma frustração brutal».[/quote]
![[Image: celeritas_sig.png]](http://i182.photobucket.com/albums/x153/el_pombo/celeritas_sig.png)

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