Amigo Andrade Mor, ainda bem que continuas feliz pela gestão da SAD dos Ladrões e dos Arguidos!!! :D
Alguns exemplos:
Prejuizos do primeiro trimestre de 2007 são de 14,9 milhões de Euro (lá se vai o lucro todo da venda do MIOPE DAS TRANÇAS).
Câmara beneficia FC Porto na permuta de terrenos
Nuno Cardoso, ex-presidente da Câmara do Porto, e os administradores de empresas associadas à SAD portista
Adelino Caldeira,
Angelino Ferreira e
Eduardo Valente foram acusados pelo Ministério Público do Porto de participação económica em negócio, na sequência da permuta de terrenos no âmbito do Plano de Pormenor das Antas.
O caso, que terá lesado a autarquia em 3,3 milhões de euros, remonta a 1999 e desde 2005 que está no Ministério Público com proposta de acusação elaborada pela Polícia Judiciária.
O despacho, que acusa ainda funcionários camarários, foi ontem notificado aos envolvidos, que deverão agora requerer a abertura de instrução, antes de o processo seguir para julgamento.
Segundo apurou o CM, o MP arquivou ainda alguns factos que recaíam sobre os suspeitos. Designadamente contra Nuno Cardoso, ex-presidente da Câmara do Porto, que estava igualmente indiciado por abuso de poder e peculato.
As autoridades suspeitavam mesmo de que tivesse recebido contrapartidas financeiras pela troca de terrenos com o FC Porto, o que não terá ficado suficientemente sustentado na investigação. Também o crime de abuso de poder, pelo qual chegou a ser interrogado, não consta da acusação agora deduzida.
Recorde-se, ainda, que nesta permuta de terrenos o prejuízo para o erário público terá rondado os 3,3 milhões de euros. Esse valor foi, aliás, estimado pela Inspecção-Geral de Finanças, num relatório enviado em 2001, para a autarquia e para o Ministério Público.
Neste processo estão também em causa duas permutas de terrenos.
Uma delas tem que ver com quatro lotes municipais na frente urbana do Parque da Cidade, em Aldoar, que permitiu ao FC Porto obter um lucro de dois milhões de euros. A permuta foi formalizada em Março de 2000, pelo valor de quatro milhões de euros, mas, em Outubro de 2001, os terrenos foram vendidos pelo clube por mais de seis milhões à Invesprédio.
A segunda permuta tem que ver com parte dos terrenos da família Ramalho e mais uma vez o Ministério Público sustenta que o erário público foi prejudicado.
Fonte:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?i...dCanal=90&p=200