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25 de Abril
#1
"Ora, foram as Forças Armadas, inquinadas pelo marxismo, por oficiais milicianos comunistas que envenenaram os capitães ingénuos e pessimamente preparados,- culturalmente falando-, que desarmaram brancos e pretos portugueses, autorizando as violências inauditas que se verificaram sobre eles. Violências, em parte já referidas nesta obra, sobre mulheres e crianças, destruições de propriedades de toda a espécie, desrespeito à bandeira portuguesa, aniquilamento de uma obra de civilização cinco vezes secular.
Na Revolução, chamada dos cravos, que esfarrapou uma grande Nação, houve intensas emoções e agitações populares. Numa revolução o povo transforma-se em turba-multa e, por vezes, em canalha desregrada. É preciso não esquecer que o "25 de Abril" teve, na História Mundial, a importância de uma grande revolução, de uma profunda convulção. O mundo não percebeu que, com esta revolução, se entregaram à então União Soviética posições estratégicas que ela nunca sonhara obter sem derramar sangue. Não sabemos se os Estados Unidos o compreenderam!"

"Nas províncias do Ultramar tudo era roubado aos portugueses: terras, casas, bancos, seguros, empresas. Aos estrangeiros nada roubavam! Os que fugiram à onda selvática, nas províncias, perderam, até, os depósitos bancários!"

Os famigerados capitães de Abril, uns ingénuos sem qualquer competência nos campos da política, da economia, da produção, afirmavam que a frase de Salazar "orgulhosamente sós" reflectia o desprestígio internacional do País. De facto as grandes potências faziam, directa ou indirectamente, pressões sobre o Governo do professor Salazar. Mas este, firme como uma rocha, não cedia em nada que pudesse beliscar o sentido que tinha de Nação histórica. Quando "rebentou" o "25 de Abril" as nações que tinham interesses em África, que Salazar hostilizava, aplaudiram a "Revolução dos Cravos", pois sabiam que iam obter facilmente aquilo que se lhe tinha negado durante três dezenas de anos."
"E todos esses imbecis, uns fardados e com estrelas, outros sem gravata andarão a saltitar pelos salões das embaixadas ou dos grandes hóteis. Falam, falam...se a noção de que perderam uma PÁTRIA..."


CASACO, António Rosa- Servi a pátria e acreditei no regime. S.l: Edição António Rosa Casaco, 2003.
«Na melhor hipótese a representação parlamentar oferece o aspecto duma duplicação de forças, que ou se revelam hostis ou pelo menos inarmónicas, mesmo quando o partido que se arroga a representação das massas operárias exerce com exclusividade o poder».
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#2
É uma opinião. Antes o país era uma m*****. Depois continuou a ser... Somos assim, somos infelizes (já o éramos antes disso tudo!) e continuaremos a ser...

:noworry:


PS: Não sei como é possível defender um regime tão mau como o comuna, ou será que os planos ecónomicos salazaristas eram assim tão diferentes dos planos quinquenais do Stalin?:noworry:

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#3
???
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BODE RT - Nick: Nico / Nicolau Pais

Pilotos
Nicolau Pais
Pedro Conceição
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#4
Oh não outra vez a mesma conversa de m*rda.... Ser anti-comunista não significa apoiar um regime igualmente despresivel como o Fascismo... Bem vou-me embora festejar o 25 de Abril que não me apetece chatear.
[Image: mclev2.jpg]
[Image: bercarnt3qu5.jpg]
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#5
Já agora uma boa forma de comemorar o 25 de Abril http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?...749&div_id=1493
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#6
ArrayJá agora uma boa forma de comemorar o 25 de Abril http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?...749&div_id=1493[/quote]

doh... com ou sem supers o Porto ganhou 3-2 :1a:
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