10-03-2007, 10:22 PM
Viva pessoal! :smile:
Acabei de ler os últimos posts em que se falou especialmente sobre comportamento em pista, e devo dizer que acredito que todos os pilotos têm respeito pelos seus adversários e procuram realizar a sua corrida sem os prejudicar.
No entanto é natural que hajam toques, despistes, resultantes da disputa de posições directas ou que até aconteçam em situações de dobragens. Afinal estamos numa competição automóvel, e todos sabem que isto acontece na realidade (a até com pilotos muito experientes...). Lembrei-me agora de dois exemplos que os seguidores mais atentos do mundial de F1 (época de 2006) se devem lembrar:
- Numa situação de disputa de posição directa: a partida do GP dos Estados Unidos, em que o JP Montoya deu um toque na traseira do McLaren do Kimi Raikkonen, acabando com a corrida de ambos e de mais alguns pilotos...
- Em situação de dobragem: GP da Hungria, em que o Kimi Raikkonen falhou uma dobragem ao Vitantonio Liuzzi, rebentou-lhe com a asa traseira e acabou a sua corrida ali mesmo...
Há muitas outras situações que poderia utilizar como exemplo, mas o que quero dizer é que qualquer um de nós pode prejudicar ou ser prejudicado no decurso de um corrida. E isto vai continuar a acontecer, esperemos é que aconteça cada vez menos. Se alguém considera que foi bastante prejudicado, acho que o único caminho é apresentar protesto ao CAD de forma objectiva e sem qualquer juízo de valor sobre o(s) outro(s) piloto(s) envolvido(s)... e aguardar a decisão.
Eu costumo ler os protestos dos outros pilotos e as respectivas decisões do CAD, porque ajuda-me a compreender os incidentes reportados e acima de tudo o entendimento do CAD acerca deles. E depois tiro as minhas conclusões, aplicando-as quando estou a disputar uma prova.
Também concordo quando dizem que há manobras ou atitudes excessivas em pista...(elas vão haver sempre, porque há pilotos mais audazes, mais confiantes, mais imprudentes, etc, que outros... todos somos diferentes...). No final vai sempre valer o bom senso... mas com alguma prudência muitos problemas se evitam!
Quanto a disputar posições directas, no início da corrida de Valência tive que me defender do Tiago Guerreiro. Ainda o consegui fazer durante algumas curvas, até que ele conseguiu colocar-se ao meu lado numa travagem. Se eu quisesse tinha fechado a porta e provavelmente ficávamos os dois ali... mas deixei espaço para ele passar... a corrida não ía acabar ali... e até consegui terminar a corrida à frente dele!...:amuse:
Também tive que atacar o Filipe Marques, fui ganhando segundos lentamente, mas quando fiquei colado a ele o cenário mudou de figura. Uma coisa é apanhar um adversário, outra é passar (que é muito mais difícil!). E passar sem tocar no carro do adversário é que é um verdadeiro desafio!
Quanto a dobragens procurei facilitar ao máximo a vida aos GT1, o que por vezes não é fácil. Agradeço aos pilotos que em algumas dobragens que me fizeram tiveram paciência e não forçaram a passagem. Há pontos do circuito em que é muito fácil deixar passar logo na curva seguinte, noutros mais vale só na 2ª ou 3ª curva seguinte. Ambos perdemos tempo, é também um dado incontornável... mas é preferível a dar um toque e perder muito mais tempo... ou não perder, mas posteriormente ser penalizado pelo CAD na sequência de um protesto apresentado por outro piloto...
Felizmente nesta corrida tive pouquíssimos problemas, estive longe de ser o GT2 mais rápido em pista, mas com alguma prudência, sorte e consistência fiz uma boa prova e consegui o 2º lugar!...:cool:
Fiquem bem! :fixe:
Acabei de ler os últimos posts em que se falou especialmente sobre comportamento em pista, e devo dizer que acredito que todos os pilotos têm respeito pelos seus adversários e procuram realizar a sua corrida sem os prejudicar.
No entanto é natural que hajam toques, despistes, resultantes da disputa de posições directas ou que até aconteçam em situações de dobragens. Afinal estamos numa competição automóvel, e todos sabem que isto acontece na realidade (a até com pilotos muito experientes...). Lembrei-me agora de dois exemplos que os seguidores mais atentos do mundial de F1 (época de 2006) se devem lembrar:
- Numa situação de disputa de posição directa: a partida do GP dos Estados Unidos, em que o JP Montoya deu um toque na traseira do McLaren do Kimi Raikkonen, acabando com a corrida de ambos e de mais alguns pilotos...
- Em situação de dobragem: GP da Hungria, em que o Kimi Raikkonen falhou uma dobragem ao Vitantonio Liuzzi, rebentou-lhe com a asa traseira e acabou a sua corrida ali mesmo...
Há muitas outras situações que poderia utilizar como exemplo, mas o que quero dizer é que qualquer um de nós pode prejudicar ou ser prejudicado no decurso de um corrida. E isto vai continuar a acontecer, esperemos é que aconteça cada vez menos. Se alguém considera que foi bastante prejudicado, acho que o único caminho é apresentar protesto ao CAD de forma objectiva e sem qualquer juízo de valor sobre o(s) outro(s) piloto(s) envolvido(s)... e aguardar a decisão.
Eu costumo ler os protestos dos outros pilotos e as respectivas decisões do CAD, porque ajuda-me a compreender os incidentes reportados e acima de tudo o entendimento do CAD acerca deles. E depois tiro as minhas conclusões, aplicando-as quando estou a disputar uma prova.
Também concordo quando dizem que há manobras ou atitudes excessivas em pista...(elas vão haver sempre, porque há pilotos mais audazes, mais confiantes, mais imprudentes, etc, que outros... todos somos diferentes...). No final vai sempre valer o bom senso... mas com alguma prudência muitos problemas se evitam!
Quanto a disputar posições directas, no início da corrida de Valência tive que me defender do Tiago Guerreiro. Ainda o consegui fazer durante algumas curvas, até que ele conseguiu colocar-se ao meu lado numa travagem. Se eu quisesse tinha fechado a porta e provavelmente ficávamos os dois ali... mas deixei espaço para ele passar... a corrida não ía acabar ali... e até consegui terminar a corrida à frente dele!...:amuse:
Também tive que atacar o Filipe Marques, fui ganhando segundos lentamente, mas quando fiquei colado a ele o cenário mudou de figura. Uma coisa é apanhar um adversário, outra é passar (que é muito mais difícil!). E passar sem tocar no carro do adversário é que é um verdadeiro desafio!
Quanto a dobragens procurei facilitar ao máximo a vida aos GT1, o que por vezes não é fácil. Agradeço aos pilotos que em algumas dobragens que me fizeram tiveram paciência e não forçaram a passagem. Há pontos do circuito em que é muito fácil deixar passar logo na curva seguinte, noutros mais vale só na 2ª ou 3ª curva seguinte. Ambos perdemos tempo, é também um dado incontornável... mas é preferível a dar um toque e perder muito mais tempo... ou não perder, mas posteriormente ser penalizado pelo CAD na sequência de um protesto apresentado por outro piloto...
Felizmente nesta corrida tive pouquíssimos problemas, estive longe de ser o GT2 mais rápido em pista, mas com alguma prudência, sorte e consistência fiz uma boa prova e consegui o 2º lugar!...:cool:
Fiquem bem! :fixe:



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