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Alguem me explique isto sff
#31
ja fui estudante e estive tanto no publico como no privado.

concordo com o pagamento de propinas.
nao concordo com a forma como é feita a avaliação da % por aluno. ha muita coisa encapotada q provoca disparidades absurdas.

alguem ouviu a proposta do governo para a eliminaçao dos descontos das despesas de educaçao no IRS?

este governo é uma anedota!
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#32
Arrayja fui estudante e estive tanto no publico como no privado.

concordo com o pagamento de propinas.
nao concordo com a forma como é feita a avaliação da % por aluno. ha muita coisa encapotada q provoca disparidades absurdas.

alguem ouviu a proposta do governo para a eliminaçao dos descontos das despesas de educaçao no IRS?

este governo é uma anedota![/quote]

plenamente de acordo, nunca disseque não concordava com o pagamento das propinas, mas que hà por ai muitas isenções de pagamento de propinas meios mafiosos ai isso há, sem falar em nomes, não vá o reitor andar pra ai a ler as noticias do forum, sei de casos num certo e determinado estabelecimento de ensino, onde estudantes que recebem bolsas superiores a 200€ por mês mais a tal isençao de pagamento total das propinas, e que depois se passeiam ora de roadster novos em folha, ora de carros chamados da gama alta, a minha duvida e a seguinte, não seriam estas bolsas e isençoes destinadas a pessoas que realmente precisam?:suspicious: honestamente a mim também me daria jeito, mas tenho consciência que existem muitas pessoas a minha frente que ainda precisarão muito mais, não deveria o ensino estar disponivel a todas as classes? é que pelo andar da carroça daqui a pouco tempo serão poucos os clientes do ensino superior, parece-me e que estamos a regridir no tempo, onde só certas e determinadas pessoas é que têm acesso ao ensino... como dizia o Luis uns posts atrás, salvo erro, temos portugueses de 1ª de 2ª, de 3ª e sei la mais o que neste encadeamento de categorias.

So um aparte, alguém está de acordo que o governo dê uma isençao nos pagamentos dos impostos sobre os premios que os jogadores vão receber? é que me parece um insulto a todos os portugueses que trabalham honestamente e que têm sido aconselhados a apertar o cinto...
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#33
deviam era levar com imposto acima do regulado.

nem a mim nem ao meu pai perguntaram se queriamos isençao do imposto nos premios de produtividade.
pq haveriam eles de ter?
eu tb nao estou a trabalhar para Portugal?
que caraças...nao me dedicam 25h por dia durante um mes. deve ser esse o problema!
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#34
Já que falaram a favor do pagamento de propinas no ensino superior, gostaria que dissessem o porquê dessa opinião. Como alguns sabem, eu ainda ando com os livros debaixo do braço e a ver se me chamam daqui a 3 anos de eng. :biggrinbandit: Não me queixo muito dos 900€ anuais tendo em conta as condições espectaculares que tenho. Mas não me sai da cabeça que as propinas são apenas uma maneira fácil de sacar dinheiro a mais uns gajos. E assim vai o estado português fujir das responsabilidades, entenda-se €€€, privatizando aos poucos o ensino público.
Já ouvi vários argumentos acerca deste assunto, mas não concordo com nenhum deles. Por isso mesmo gostava que deixassem aqui o vosso ponto de vista
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#35
...
Primeiro apagaram a assinatura, agora também apagam o avatar. Pode-se saber porquê?
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#36
eu pergunto qual a obrigaçao do Estado em pagar a faculdade.

ja disse uma vez e volto a dizer.
a escolaridade minima é o 12º ano. acho bem.
a partir daí, acho bem q se pague para estudar.
se eu quiser tirar um mestrado, ou mba, ou doutoramento agora, o estado nao me vai pagar nada. nem q fosse um pe rapado a viver debaixo da ponte.
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#37
Concordo com:
-propinas, que todos possam pagar; quem não pode, que prove.
-nº máx. de anos para concluir uma licenciatura; agravamento de propinas para quem chumbe.
-dois tipos de cursos: para quem pretende seguir trabalho/ para quem quer ter mais um curso.
-abolição dos cursos que vão gerar desempregados.
-criação de vias profissionalizantes de áreas de que realmente o país necessita.

p.s. em relação à crise petrolífera, sabiam que em 73 o estado aboliu qualquer competição que usasse como combustível a gasolina, sendo o único país da europa a fazê-lo, sendo o rali tap a única prova autorizada?
GPLrank -67,808

[Image: trkbarruicarneiro2ao.jpg]
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#38
Eu também quero ser engenheiro... e pra isso tambémpago 900€ de propinas por ano, se tivermos em conta que isso representa cerca de 10% do que cada aluno fica ao estado, bem nem me parece muito... agora se contabilizarmos, alimentação, estadia entre outros, bem ai o caso muda de figura, porque os habitantes das cidades onde existem estudantes aproveitam-se um bocado disso, um bocado como quem diz, mas pronto... eu tambem nao me queixo, dos 900€, sao bem aproveitados... agora que os que normalmente fazem mais baralho são os que melhor podem pagar, nisso nem me pronuncio... então esse caramelo de Coimbra, que é referido pelo Gil, deve ser a vergonha de todos os estudantes universitários...
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#39
para alguns deve ser um idolo e exemplo a seguir...
depois admiram-se q a produtividade seja baixa...
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#40
Começo pela crise petrolífera dá década de 70.
Então sabem que o actual limite de velocidade nas AE (120km/h) foi imposto nessa época devido á mesmíssima crise petrolífera. Até á data não havia qualquer limite de velocidade nos AE.
E sabem também que a medida tinha carácter provisório? Tá um provisório muito definitivo.
Além disso os 120km/h foram escolhidos não por razões de segurança mas de mero consumo.
Mais, a velocidade máxima da esmagadora maioria dos automóveis a circular nessa altura era cerca de 140/150 km/h.
Sem considerar que de lá até agora as condições de segurança dos automóveis evoluiram como da noite para o dia. E mais ainda, o consumo actual de um carro a circular a 160km/h é inferior a um que na altura circulava a 90km/h.
Adiante


Propinas, concordo enquanto os cursos foram designadas nos moldes actuais e enquanto o aproveitamento que deles é feito continue a ser de pouco a nada. Eu também passei por lá os meus 5 anos mas ainda no tempo que não havia propinas. Sou de 90/95. Isto porque quando terminei o 12º apanhei com a estreia das provas globais, coisa nova, com aquela coisa das provas de cultura geral.
Resultado disso foi que a classificação das tais provas só foi conhecida no final do do mês de Janeiro de 1990 quando as aulas deviam ter-se iniciado em Outubro de 1989.
Foram as férias mais longas que alguma vez tive.
Ora, actualmente há malta a escolher cursos não pelas saídas profissionais nem tão pouco por gosto ou vocação, mas somente porque é o curso que a média permite ter acesso.
Para que é que um tipo vai tirar um curso de uma coisa que nunca vai exercer na vida e nem tão pouco tem queda para aquilo é que não entendo. Para quê, para ser Sr.Dr.?
É que este país é o país dos Srs.Drs. e Srs.Eng.ºs, só que muitos a única coisa que ostentam é o título, de resto nada. Depois há aqueles outros que realmente são bons, mas que não têm factor C e ainda que bons também só ficam com o rótulo, pois não são aproveitados. Depois há um outro grupo dos que também sendo Srs.Drs. a única coisa que sabem é que são bons num curso que ninguém sabe para que serve.
Assim, se é este tipo de formação superior que o Estado quer para Portugal que a mesma seja paga pois a poucos ou nenhuns serve e os gastos com a educação já são fartos e muitos.

Bem a propósito, Portugal, ainda com o insucesso escolar que tem, gasta mais por aluno que países como a Finlândia, o Japão ou a Noruega. No entanto, o caro Sr.Sócrates, com o seu Simplex e choque tecnológico, esquece-se que as escolas Portuguesas têm um dos rácios mais baixos de computadores por aluno, com qualquer coisa como 1 computador para cada 35 alunos enquanto que a Finlândia tem 1 computador para cada 6 alunos.

Voltando ás propinas, penso no entanto que não devam existir quando o sistema universitário evoluir para um estágio de formação técnica altamente especializada e de alta qualificação saindo do actual processo de formação de Srs.Drs, académicos, teóricos e muito pouco especializados, que pouco aproveitam ás empresas.
O que se quer para as universidades é uma aproximação á vida real, á vida empresarial, onde os cursos sejam ditados por leis de mercado e não por utopias românticas de ratos de laboratório sentados atrás de uma secretária.
Quando as Universidades passarem a ser o ele de ligação entre a vida estudantil e a vida empresarial, veremos cursos a desaparecer e outros a nascerem. Veremos também que as empresas irão elas próprias financias as Universidades, sendo estas os viveiros de novos quadros superiores, altamente qualificados e especializados, onde os cursos são ministrados em função das exigências de mercado. Exigências em termos de competências, de know-how, de formação técnica, teórica mas também, e é um grande mas, prática. Nesse momento serei contra a existência de propinas, já que quem entra nas Universidades saberá que terá que ser mesmo bom para ter lugar e mesmo bom naquilo que vai fazer. Estaremos a formar líderes e dos bons e esses não têm que pagar para o poderem ser, o país é que tem que fazer para os ter e manter.
Então teremos que ter também as empresas a apostarem fortemente nas Universidades, na captação desses quadros de altíssima qualidade e no seu aproveitamento imediato pelo mercado.
Aí sim, teremos uma verdadeira revolução educacional, pois ao contrário que me querem fazer crer, a reforma na educação terá que se fazer de cima para baixo.
De nada vale ter excelentes alunos no ensino primário e no secundário, se depois caiem na ratoeira de cursos desacreditados, sem saída, autênticos poços da morte.
O que se consegue com isso e desmotivar os estudantes, fomentar cursos inúteis e afastar as empresas dos estudantes e da vida universitária.
Mesmo a investigação, área que deveria ser querida das Unversidades, é muito fraca na maioria dos cursos. Não se pode pensar que só há investigação química, biológica, robótica, porque também a há nas áreas das ciências sociais e económicas. Ou melhor, devia haver, porque cá não há.
Recordo-me de um familiar meu que fez o curso de Engenheiro Agrónomo na Holanda, onde o curso durou 4 anos, dos quais passou 3 em pleno campo, em actividades práticas junto de empresas do sector, que eram desenvolvidas com aulas práticas no interior da Universidade.
As aulas, se assim se podem chamar, ocupavam o dia inteiro, entre vertente prática e teórica.
A avaliação era contínua, no verdadeiro sentido da palavra, onde os supervisores das empresas relatavam á Universidade as capacidades e aplicação do Know-How de cada aluno.
A taxa de empregabilidade era de 80%, sendo que o modelo é seguido para a larga maioria dos cursos.
Dos trabalhos efectuados pelos alunos, incluia-se a aplicação de projectos de investigação para melhorias qualitativas de produtos, aumentos de produção, redução de fertelizantes, novas técnicas de produção, introdução de novas variedades, etc. Ou seja, os alunos, na prática, são a força de investigação das empresas enquanto são alunos, sendo depois incorporados na força laboral, estando desde logo familiarizados com a vida empresarial, as suas exigências, expectativas e recompensas.

O que é que temos cá? Cursos de empinanço, marrar, marrar, marrar, canudo debaixo do braço, arranjas emprego e aí vai de tirares então um novo "curso", o da aplicação prática de conceitos, mas onde te dizem "vais fazer assim, isto, aquilo e o outro porque aqui não teorizamos apenas". O tempo de curso está muito, mas muito, subaproveitado pelo que esse custo terá que ser suportado também através das propinas.
Quando eu vir alunos a fazerem greve porque querem que os seus cursos sejam aproximados á vivências das empresas irei aplaudir, mas quando vejo alunos a fazer greve por causa das propinas com o slogan vazio do "não pagamos", então acho bem que paguem porque nem eles mostram que querem ver a Universidade mudar.

Já agora sabem que quando inquirem os alunos americanos do que querem fazer quando terminarem o curso, 25% dizem que se querem estabelcer por conta própria, ou seja têm ideias de negócio e vontade de as por em prática. As Universidades estão formar criativos com visão.
Em Portugal quando perguntam ao um aluno o que pretende fazer quando terminar o curso, 95% respondem que querem obter um emprego numa multinacional. Formam-se carneiros, sem criatividade nem visão nem ideias de negócio nem vontade de inovar. Grande diferença.
E de quem é a culpa? Das Universidades, claro está, do Governo que mais uma vez fala, fala, fala mas não diz nada e que volta a não mostrar visão, mas também dos alunos universitários, acomodados, amorfos e sem garra nem vontade de provocar mudanças.
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