Álvaro Parente estreou-se aos comandos dum Fórmula 1
«O que me custou mais foi ter de sair do carro!»<!--sizec--><!--/sizec-->
Pois é! Dão-nos um brinquedo todo XPTO e quando o temos de devolver é que é pior. Foi o que aconteceu com Álvaro Parente, que depois do dia mais importante da sua vida desportiva, confessou que o que lhe custou mais foi ter de sair do carro e dar por encerrado o teste. Antes disso, o piloto português cumpriu na íntegra tudo a que se tinha proposto, deixando muito sorridentes os homens da Renault, que tiveram à sua disposição um verdadeiro piloto que chegou, viu, evoluiu e
venceu a sua batalha pessoal, já que deixou em todos a sensação que temos homem com qualidade suficiente para chegar à F1!
O futuro dirá o que poderá suceder, mas para já fica a certeza de que há ali capacidade para chegar longe; assim queira a sorte, porque o saber está lá. Para Álvaro Parente, fica a sensação do dever cumprido:
«Custou-me mesmo foi ter de sair do carro! Foi bom, e o que mais me surpreendeu foram as forças G a que um piloto é sujeito nas curvas rápidas. Nem tanto a travagem ou a aceleração, de que já me tinham falado tanto, mas o pescoço sofre muito. Mas não foi demasiado complicado o aspecto físico, até porque nunca fiz mais do que seis voltas seguidas.», começou por referir Parente que cumpriu na íntegra o que a equipa lhe solicitou:
«Entre as várias sessões de voltas a equipa foi modificando o set-up, de modo a que eu reagisse, o que fui conseguindo e os deixou satisfeitos, pois percebia o que se passava com o carro. Senti que a equipa ficou agradada com o meu desempenho e com o meu trabalho, pois fui sempre rodando consistentemente, realizando séries de voltas sem grandes oscilações no cronómetro. Agora espero ser chamado de novo
», concluiu o vencedor das WSR.
Fonte:
http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&...s.stories/40961