16-08-2007, 03:22 PM
Já que estamos numa de exemplos...
Há alguns anos atrás, vivia um rapaz de 12 anos no meio das vaquinhas e dos passarinhos que levava as bilhas de leite ao posto da Agros todos os dias. Pegava no seu carrinho de mão e lá ia ele. Duas vezes por dia. Às 7 e às 20h.
Uma dessas noites, num cruzamento perto de sua casa, encontrou um carro com duas pessoas sentadas lá dentro. Como costume na região, mesmo estranhando a presença de tal carro e pessoas estranhas à zona, cumprimentou-os com o usual: "Boa Noite!" ao que lhe foi respondido: "Perguntei-te alguma coisa? Poe-te a andar "#$"# antes que leves no focinho, palhaço!"
Surpreendido pela atitude, lá continuou o seu caminho, tremendo, porque sabia que na volta teria de passar exactamente no mesmo sitio.... No regresso, o mesmo carro estava lá, mas desta vez acompanhado por mais dois carros e mais algumas pessoas. Ele nem olhou. Mudando de velocidade, passou num passo lestinho por tal ajuntamento, rezando para chegar a casa com a pele intacta! Não aconteceu. Levou uma pedrada nas costas e depois o passo lestinho passou a passo de corrida... mas lá chegou a casa. Contou o sucedido e ele e alguns familiares resolveram ir inspecionar os tais estranhos, visto que estes estavam contiguos à quinta, e de fácil e sobranceira observação.
Após 2 horas a assistir um vai e vem de carros a comprar droga e mais algumas coisas, resolveram telefonar para a GNR. Esta responde que iria averiguar.
No dia seguinte acontece a mesma coisa. No outro dia igual. Até que o rapaz teve de mudar o trajecto, para poder entregar o leite em paz e sossego.
Num desses dias, o tal rapaz tinha torcido um pé, e foi a tia dele levar o leite ao posto. Não sabendo da "situação", passou exactamente no mesmo sitio. A sorte não estava com ela nesse dia. Além de ter sido insultada, enxovalhada, viraram o carro com o leite, e ainda lhe deram uns estalos! A senhora chegou a casa a chorar e contou à familia o sucedido. A familia revoltada, ligou para a GNR. Ao que lhe foi respondido que iriam deslocar-se ao local. Esperaram horas, mas GNR, nem vê-los.
Fartos de tal situação, ligam para a GNR outra vez, dizendo que se eles não aparecerem no dia seguinte, vão resolver o assunto pelas próprias mãos, visto que os abusos e insultos e agressões estão insuportáveis.
A GNR não aparece.
Eles falam com os vizinhos. Eles pegam em armas. Eles dirigem-se para o carro. O tal rapaz aparece sozinho em frente ao carro. Os estranhos sairam do carro. A "milicia" aparece. Os estranhos foram espancados. O carro foi destruido e deitado ao rio. Eles foram deixados em frente ao café da aldeia.
Nem a GNR apareceu, nem nunca mais se ouviu falar de venda de drogas naquela zona.
Tirando uns tiros de vez em quando por disputas sobre terrenos, a zona continua calma até aos dias de hoje. As pessoas cumprimentam-se sempre e pode-se passear á vontade. (tirando um ou outro cão vadio)
Foi bem feito? Foi mal feito? Não sei. O que sei é que abusos sistemáticos, levam a limites. As pessoas não aguentam andar sobre essa pressão diariamente. Elas fartam-se. Das duas uma, ou fogem, ou respondem. Não podendo fugir, dá no que dá...
Recuperação, prevenção, repressão, podem fazer o que quiserem, mas façam alguma coisa. Não podemos é ficar no costumeiro "deixa-andarismo".
Há alguns anos atrás, vivia um rapaz de 12 anos no meio das vaquinhas e dos passarinhos que levava as bilhas de leite ao posto da Agros todos os dias. Pegava no seu carrinho de mão e lá ia ele. Duas vezes por dia. Às 7 e às 20h.
Uma dessas noites, num cruzamento perto de sua casa, encontrou um carro com duas pessoas sentadas lá dentro. Como costume na região, mesmo estranhando a presença de tal carro e pessoas estranhas à zona, cumprimentou-os com o usual: "Boa Noite!" ao que lhe foi respondido: "Perguntei-te alguma coisa? Poe-te a andar "#$"# antes que leves no focinho, palhaço!"
Surpreendido pela atitude, lá continuou o seu caminho, tremendo, porque sabia que na volta teria de passar exactamente no mesmo sitio.... No regresso, o mesmo carro estava lá, mas desta vez acompanhado por mais dois carros e mais algumas pessoas. Ele nem olhou. Mudando de velocidade, passou num passo lestinho por tal ajuntamento, rezando para chegar a casa com a pele intacta! Não aconteceu. Levou uma pedrada nas costas e depois o passo lestinho passou a passo de corrida... mas lá chegou a casa. Contou o sucedido e ele e alguns familiares resolveram ir inspecionar os tais estranhos, visto que estes estavam contiguos à quinta, e de fácil e sobranceira observação.
Após 2 horas a assistir um vai e vem de carros a comprar droga e mais algumas coisas, resolveram telefonar para a GNR. Esta responde que iria averiguar.
No dia seguinte acontece a mesma coisa. No outro dia igual. Até que o rapaz teve de mudar o trajecto, para poder entregar o leite em paz e sossego.
Num desses dias, o tal rapaz tinha torcido um pé, e foi a tia dele levar o leite ao posto. Não sabendo da "situação", passou exactamente no mesmo sitio. A sorte não estava com ela nesse dia. Além de ter sido insultada, enxovalhada, viraram o carro com o leite, e ainda lhe deram uns estalos! A senhora chegou a casa a chorar e contou à familia o sucedido. A familia revoltada, ligou para a GNR. Ao que lhe foi respondido que iriam deslocar-se ao local. Esperaram horas, mas GNR, nem vê-los.
Fartos de tal situação, ligam para a GNR outra vez, dizendo que se eles não aparecerem no dia seguinte, vão resolver o assunto pelas próprias mãos, visto que os abusos e insultos e agressões estão insuportáveis.
A GNR não aparece.
Eles falam com os vizinhos. Eles pegam em armas. Eles dirigem-se para o carro. O tal rapaz aparece sozinho em frente ao carro. Os estranhos sairam do carro. A "milicia" aparece. Os estranhos foram espancados. O carro foi destruido e deitado ao rio. Eles foram deixados em frente ao café da aldeia.
Nem a GNR apareceu, nem nunca mais se ouviu falar de venda de drogas naquela zona.
Tirando uns tiros de vez em quando por disputas sobre terrenos, a zona continua calma até aos dias de hoje. As pessoas cumprimentam-se sempre e pode-se passear á vontade. (tirando um ou outro cão vadio)
Foi bem feito? Foi mal feito? Não sei. O que sei é que abusos sistemáticos, levam a limites. As pessoas não aguentam andar sobre essa pressão diariamente. Elas fartam-se. Das duas uma, ou fogem, ou respondem. Não podendo fugir, dá no que dá...
Recuperação, prevenção, repressão, podem fazer o que quiserem, mas façam alguma coisa. Não podemos é ficar no costumeiro "deixa-andarismo".

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