16-08-2007, 02:10 AM
ArrayEsses gajos deviam morrer todos, mas longe para não termos que pagar o saco de plástico para os enterrar.
Atrás de minha casa tem um parque, agora no verão e à noite, os deficientes andam la a correr e a berrar de um lado para o outro, sujam as paredes com tinta e partem candeeiros, não falta muito para juntar um grupo de gajos e ir lá partir umas rotulas, a ver se saltam menos.
P.S: para quem os defende, só digo que eles não têm qualquer problema em roubar o teu carro ou dar-te um tiro, não querem saber de ninguém, andam na rua como se esta m$%$% fosse deles, portanto eu só posso desejar que essa escumalha desapareça daqui e vá para o buraco de onde saiu, e se não for a bem vai à paulada.
P.S2: Foi à custa da teoria do "coitadinho" que vivemos no país que temos, essa conversa já tá demonstrado que não resulta, tenho pena é dos miúdos que são assaltados à porta das escolas e ficam sem os bens que tanto trabalho deu aos pais para comprar, portanto guardem essas tretas para o dia em que forem assaltados.
Para estes bandos só à uma solução, repressão, controle e porrada todos os dias.[/quote]
Bem, que há pessoas que não teriam contemplações em roubar-me o carro, dar-me um tiro ou coisas muito mais macabras do que essas, não duvido, Rui. Já estive numa situação em que a polícia se recusou a socorrer-me (apresentaram um pretexo estapafúrdio) porque precisaram de fazer um compasso de espera para aguardar os reforços do corpo de intervenção. Até me teriam queimado vivo se pudessem, quanto mais roubar-me o carro. Não interessa descrever (pelo menos aqui) os detalhes do sucedido, faço referência a isto apenas para mostrar que compreendo absolutamente os teus problemas, também já estive com os genitais apertados várias vezes, neste caso, estiveram dentro de uma prensa. Sou absolutamente contra a formação de milícias populares como estás a sugerir de certa forma. Compete às autoridades aplicar a lei e garantir a segurança dos cidadãos, tal como compete ao estado assegurar a harmonia e o equilibrio na sociedade. A violência é auto-reprodutora, se juntares dez ou vinte para "partir rótulas", não tens garantia nenhuma que a capacidade de mobilização dessas pessoas não seja suficiente para seres tu a acabar com as rótulas partidas na retaliação (e ela acontece). Não se trata de teorias do "coitadinho", sou o primeiro a responsabilizar cada um pelos seus próprios actos, mas também tenho sempre em conta o contexto em que esses actos acontecem e tento perceber quais são as estratégias mais eficazes para os combater. O que sempre resultou, é o planeamento, o acompanhamento e a criação de estruturas de inserção social. Milícias, penas mais pesadas, cadeias com maior capacidade, não são uma solução, correspondem apenas à negação da verdadeira natureza do problema. Afinal, porque é que temos de lidar com o problema dos pobres (ou dos criminosos) quando podemos escondê-los?
Atrás de minha casa tem um parque, agora no verão e à noite, os deficientes andam la a correr e a berrar de um lado para o outro, sujam as paredes com tinta e partem candeeiros, não falta muito para juntar um grupo de gajos e ir lá partir umas rotulas, a ver se saltam menos.
P.S: para quem os defende, só digo que eles não têm qualquer problema em roubar o teu carro ou dar-te um tiro, não querem saber de ninguém, andam na rua como se esta m$%$% fosse deles, portanto eu só posso desejar que essa escumalha desapareça daqui e vá para o buraco de onde saiu, e se não for a bem vai à paulada.
P.S2: Foi à custa da teoria do "coitadinho" que vivemos no país que temos, essa conversa já tá demonstrado que não resulta, tenho pena é dos miúdos que são assaltados à porta das escolas e ficam sem os bens que tanto trabalho deu aos pais para comprar, portanto guardem essas tretas para o dia em que forem assaltados.
Para estes bandos só à uma solução, repressão, controle e porrada todos os dias.[/quote]
Bem, que há pessoas que não teriam contemplações em roubar-me o carro, dar-me um tiro ou coisas muito mais macabras do que essas, não duvido, Rui. Já estive numa situação em que a polícia se recusou a socorrer-me (apresentaram um pretexo estapafúrdio) porque precisaram de fazer um compasso de espera para aguardar os reforços do corpo de intervenção. Até me teriam queimado vivo se pudessem, quanto mais roubar-me o carro. Não interessa descrever (pelo menos aqui) os detalhes do sucedido, faço referência a isto apenas para mostrar que compreendo absolutamente os teus problemas, também já estive com os genitais apertados várias vezes, neste caso, estiveram dentro de uma prensa. Sou absolutamente contra a formação de milícias populares como estás a sugerir de certa forma. Compete às autoridades aplicar a lei e garantir a segurança dos cidadãos, tal como compete ao estado assegurar a harmonia e o equilibrio na sociedade. A violência é auto-reprodutora, se juntares dez ou vinte para "partir rótulas", não tens garantia nenhuma que a capacidade de mobilização dessas pessoas não seja suficiente para seres tu a acabar com as rótulas partidas na retaliação (e ela acontece). Não se trata de teorias do "coitadinho", sou o primeiro a responsabilizar cada um pelos seus próprios actos, mas também tenho sempre em conta o contexto em que esses actos acontecem e tento perceber quais são as estratégias mais eficazes para os combater. O que sempre resultou, é o planeamento, o acompanhamento e a criação de estruturas de inserção social. Milícias, penas mais pesadas, cadeias com maior capacidade, não são uma solução, correspondem apenas à negação da verdadeira natureza do problema. Afinal, porque é que temos de lidar com o problema dos pobres (ou dos criminosos) quando podemos escondê-los?
![[Image: celeritas_sig.png]](http://i182.photobucket.com/albums/x153/el_pombo/celeritas_sig.png)
