26-07-2007, 11:47 PM
Quem seria o Marco Porteiro? É outro primo meu? LOL
só conheço o Félix hehehe...
E foram 8 voltas? achei que fossem menos.
Bom, minha chegada a Silverstone foi pela janela. A 32 horas da corrida, eu me inscrevi na temporada, sorte que o Samuel foi bastante rápido e me ativou em poucos instantes, habilitando-me para a prova. Como já conhecia o circuito, não me preocupei com o fato de naõ ter treinado, e sabia que 30 minutos seriam suficientes para não rodar por 34 voltas no GP de Silverstone.
Apesar disso, recebi muitas críticas por entrar sem treinar, e só prometi que naõ iria prejudicar a ninguém. Promessa é dívida: saí de Silverstone sem botar um único carro pra fora, na corrida. Nos treinos, a melhor parte foi quando recebi um santo setup de Tiago Guerreiro, que me permitiu disputar com Vitor Enes algumas freadas. Dado momento, havia um terceiro Williams, que assistiu o strike de camarote: eu freei tarde, Enes freou tarde, e lá estávamos os dois, no Pan Americano do Rio, na prova de salto em altura sem vara. A barra a saltar consistia da grade de proteção.
No qualify, perdi o santo setup, e ainda tentei voltar ao antigo, mas estava totalmente decepcionado comigo: o do Guerreiro era um achado sem valor! Fiquei chateado, forcei aceleração, e perdi minha chane de dar alguma volta, fui o único sem tempo no Qualify. Entretanto, com 30 carros na pista, eu sabia que essa seria minha primeira vitória do dia. A segunda seria passar a volta 1 sem rodar, coisa que eu já estava conseguindo. No warm up, por sorte, Guerreiro ouviu minhas preces e me reenviou o arquivo mágico. Minha terça feira estava salva, e não tenho palavras pra agradecer ao companheiro.
Não que tenha ficado chateado, longe disso, mas também poderia ter recebido algo do meu chefe hehehe... se não der tempo para preparar nada para setembro, vou ver com o patrão da SDDC (Só Deus Dirige o Carro) se conseguimos desenvolver algo, um setup com efeito asa e garras nas rodas. Era a primeira vez que eu andava no mod sem nenhuma ajuda, e o setup foi simplesmente minha salvação.
Na largada, decidi ficar parado e esperar os carros se moverem. Depois engatei a primeira e fui calmamente andando, pois já havia visto muita fumaça a 300 metros de mim. Estacionei o carro, tomei um café, e quando a poeira baixou, resolvi andar de novo. Vi os feridos pelo caminho, braços, pernas, orelhas... era desviar de todos e já pular para 20º, nunca fui tão eficiente numa largada. A corrida seguiu, as batidas também, um show de imprudência do pessoal, e o rookie aqui que quase foi impedido de entrar na pista, subindo, até chegar a décimo-segundo.
Mas aí o pneu soft mal escolhido começou a xiar, e tive que ir pros boxes pois o carro não segurava. Com o hard dava pra ter andado 30 voltas sem pit - 30, porque o Miguel Voador estava a dobrar todos como quem dobra um papel hehehehe. Eu, como sempre, facilitei o trabalho de todos que vieram me passar, nenhum evento com nenhum piloto, graças ao bom São Cristóvão, padroeiro dos motoristas.
E graças à minha paciência, claro, porque foi sem ela que 15 carros deixaram o Grande Prêmio.
Depois dos boxes, o carro foi bem, só que o medo de cortar a p*** chicane acabou me jogando 200 vezes pra fora da pista. Dava pra fazer um vídeo de todas as piruetas e escolher o "The best spin of the day", que com certeza foi aquele em que fui parar dentro de uma espécie de areia movediça. Uma parte do traçado com defeito, em que o carro entra e não sai, e vai afundando... sorte que quando afunda todo, o jogo vomita ele, e quando notei isso (30 segundos depois e quase queimando o motor), engatei a segunda e saí do buraco.
Saí para aparecer na zona dos boxes, atrás do pit lane!!! Atropelei 47 espectadores, e quando pulei de volta pro pit lane, o carro capotou. Tudo ótimo, e o jogo me desvirou. Foi nessa que minha suspensão quebrou-se. Não danifiquei o carro em nenhum momento mais, só nesse. Tá ótimo. Acelerei e voltei pra pista, dei tchauzinho pros mecânicos e voltei ao 15º lugar.
Com tudo isso, só me restava assistir aos carros quebrados e abandonados. As vezes aparecia um pedaço de asa no asfalto, logo depois outro piloto tinha abandonado a prova. Fui subindo até conseguir passar um outro piloto, e com as quebras parei em décimo. Estava chegando no meu companheiro de Apple, Daniel Gaspar, só que com três rodagens na famigerada chicane acabaram com qualquer ambição. Está ótimo: na estréia, aos trancos e barrancos, mas sem bater em ninguém e correndo relativamente bem, terminei em décimo. Primeiro ponto pra mim e pra SDDC, logo na primeira corrida.
Muita festa nos boxes da equipe, bastante música, muitas brasileiras, e a semana vai ser de comemorações no pequeno time com carros de Didcot. Depois vamos para Monza, onde com a ajuda do Emilio Boldi, um amigo que mora do lado do autódromo, Samuel e eu iremos treinar no circuito italiano. Pena que não é Brianza hehehehehe...
Espectativas para setembro? Bom, que os carros continuem quebrando-se diante de mim, e assim vou somando pontos hehehe...
Abraços.
Mac.
só conheço o Félix hehehe...
E foram 8 voltas? achei que fossem menos.
Bom, minha chegada a Silverstone foi pela janela. A 32 horas da corrida, eu me inscrevi na temporada, sorte que o Samuel foi bastante rápido e me ativou em poucos instantes, habilitando-me para a prova. Como já conhecia o circuito, não me preocupei com o fato de naõ ter treinado, e sabia que 30 minutos seriam suficientes para não rodar por 34 voltas no GP de Silverstone.
Apesar disso, recebi muitas críticas por entrar sem treinar, e só prometi que naõ iria prejudicar a ninguém. Promessa é dívida: saí de Silverstone sem botar um único carro pra fora, na corrida. Nos treinos, a melhor parte foi quando recebi um santo setup de Tiago Guerreiro, que me permitiu disputar com Vitor Enes algumas freadas. Dado momento, havia um terceiro Williams, que assistiu o strike de camarote: eu freei tarde, Enes freou tarde, e lá estávamos os dois, no Pan Americano do Rio, na prova de salto em altura sem vara. A barra a saltar consistia da grade de proteção.
No qualify, perdi o santo setup, e ainda tentei voltar ao antigo, mas estava totalmente decepcionado comigo: o do Guerreiro era um achado sem valor! Fiquei chateado, forcei aceleração, e perdi minha chane de dar alguma volta, fui o único sem tempo no Qualify. Entretanto, com 30 carros na pista, eu sabia que essa seria minha primeira vitória do dia. A segunda seria passar a volta 1 sem rodar, coisa que eu já estava conseguindo. No warm up, por sorte, Guerreiro ouviu minhas preces e me reenviou o arquivo mágico. Minha terça feira estava salva, e não tenho palavras pra agradecer ao companheiro.
Não que tenha ficado chateado, longe disso, mas também poderia ter recebido algo do meu chefe hehehe... se não der tempo para preparar nada para setembro, vou ver com o patrão da SDDC (Só Deus Dirige o Carro) se conseguimos desenvolver algo, um setup com efeito asa e garras nas rodas. Era a primeira vez que eu andava no mod sem nenhuma ajuda, e o setup foi simplesmente minha salvação.
Na largada, decidi ficar parado e esperar os carros se moverem. Depois engatei a primeira e fui calmamente andando, pois já havia visto muita fumaça a 300 metros de mim. Estacionei o carro, tomei um café, e quando a poeira baixou, resolvi andar de novo. Vi os feridos pelo caminho, braços, pernas, orelhas... era desviar de todos e já pular para 20º, nunca fui tão eficiente numa largada. A corrida seguiu, as batidas também, um show de imprudência do pessoal, e o rookie aqui que quase foi impedido de entrar na pista, subindo, até chegar a décimo-segundo.
Mas aí o pneu soft mal escolhido começou a xiar, e tive que ir pros boxes pois o carro não segurava. Com o hard dava pra ter andado 30 voltas sem pit - 30, porque o Miguel Voador estava a dobrar todos como quem dobra um papel hehehehe. Eu, como sempre, facilitei o trabalho de todos que vieram me passar, nenhum evento com nenhum piloto, graças ao bom São Cristóvão, padroeiro dos motoristas.
E graças à minha paciência, claro, porque foi sem ela que 15 carros deixaram o Grande Prêmio.
Depois dos boxes, o carro foi bem, só que o medo de cortar a p*** chicane acabou me jogando 200 vezes pra fora da pista. Dava pra fazer um vídeo de todas as piruetas e escolher o "The best spin of the day", que com certeza foi aquele em que fui parar dentro de uma espécie de areia movediça. Uma parte do traçado com defeito, em que o carro entra e não sai, e vai afundando... sorte que quando afunda todo, o jogo vomita ele, e quando notei isso (30 segundos depois e quase queimando o motor), engatei a segunda e saí do buraco.
Saí para aparecer na zona dos boxes, atrás do pit lane!!! Atropelei 47 espectadores, e quando pulei de volta pro pit lane, o carro capotou. Tudo ótimo, e o jogo me desvirou. Foi nessa que minha suspensão quebrou-se. Não danifiquei o carro em nenhum momento mais, só nesse. Tá ótimo. Acelerei e voltei pra pista, dei tchauzinho pros mecânicos e voltei ao 15º lugar.
Com tudo isso, só me restava assistir aos carros quebrados e abandonados. As vezes aparecia um pedaço de asa no asfalto, logo depois outro piloto tinha abandonado a prova. Fui subindo até conseguir passar um outro piloto, e com as quebras parei em décimo. Estava chegando no meu companheiro de Apple, Daniel Gaspar, só que com três rodagens na famigerada chicane acabaram com qualquer ambição. Está ótimo: na estréia, aos trancos e barrancos, mas sem bater em ninguém e correndo relativamente bem, terminei em décimo. Primeiro ponto pra mim e pra SDDC, logo na primeira corrida.
Muita festa nos boxes da equipe, bastante música, muitas brasileiras, e a semana vai ser de comemorações no pequeno time com carros de Didcot. Depois vamos para Monza, onde com a ajuda do Emilio Boldi, um amigo que mora do lado do autódromo, Samuel e eu iremos treinar no circuito italiano. Pena que não é Brianza hehehehehe...
Espectativas para setembro? Bom, que os carros continuem quebrando-se diante de mim, e assim vou somando pontos hehehe...
Abraços.
Mac.

