19-07-2007, 05:15 PM
Espião falou em e-mail do fundo do F2007<!--sizec--><!--/sizec-->
Nigel Stepney mandou um e-mail em março para Mike Coughlan alertando do fundo da F2007. Foi a revelação do dia feita pela mais recente edição da revista "Autosport". O assoalho se movia em retas, gerando maior velocidade e infringindo o regulamento da categoria. Explica-se, então, o interesse da McLaren em resolver a questão com a FIA logo na abertura do Mundial na Austrália.
A publicação cita uma "fonte confiável" que contou à entidade máxima do automobilismo a correspondência eletrônica enviada pelo ex-funcionário da Ferrari destinada ao projetista-chefe afastado da McLaren às vésperas do início da temporada. No corpo do e-mail, Stepney contava o que a Ferrari fez na parte de baixo de seu modelo 2007 e indicou a Coughlan que a equipe rival investigasse o caso, pedindo esclarecimentos. A FIA modificou seus testes de avaliação do assoalho dos carros e diminuiu sua medida de mobilidade, fato que afetou o desempenho dos carros vermelhos à época.
A "Autosport" contou, também, que a copiadora usada por Coughlan também recebeu o pedido para que todas as 780 páginas do dossiê com os dados da Ferrari fossem escaneadas. A intenção era passar as informações para um CD-ROM e destruir os papéis, que foram queimados no jardim da casa de Mike. O conselho para a literal queima de arquivo partiu de Jonathan Neale, diretor-geral da McLaren, que viu o calhamaço de folhas em um clube de golfe.
O caso começou com a ida da Ferrari à procuradoria de Módena para investigar a conduta de Stepney, acusado de colocar um pó branco nos tanques de combustível dos carros de Felipe Massa e Kimi Raikkonen antes do GP de Mônaco. Ao longo, descobriu-se um caso profundo de espionagem por meio do tal dossiê que foi entregue para Coughlan, projetista-chefe da McLaren, mostrado a outros colegas da equipe inglesa dados sigilosos da equipe de Maranello. O pó branco passou de detergente a corrosivo, a Honda foi envolvida na história porque as duas personagens queriam se transferir para o time japonês, a cúpula da McLaren, que antes negava qualquer participação de outro funcionário, afastou nesta quinta (19) o diretor-executivo Martin Whitmarsh e o diretor de engenharia, Paddy Lowe.
Nigel Stepney mandou um e-mail em março para Mike Coughlan alertando do fundo da F2007. Foi a revelação do dia feita pela mais recente edição da revista "Autosport". O assoalho se movia em retas, gerando maior velocidade e infringindo o regulamento da categoria. Explica-se, então, o interesse da McLaren em resolver a questão com a FIA logo na abertura do Mundial na Austrália.
A publicação cita uma "fonte confiável" que contou à entidade máxima do automobilismo a correspondência eletrônica enviada pelo ex-funcionário da Ferrari destinada ao projetista-chefe afastado da McLaren às vésperas do início da temporada. No corpo do e-mail, Stepney contava o que a Ferrari fez na parte de baixo de seu modelo 2007 e indicou a Coughlan que a equipe rival investigasse o caso, pedindo esclarecimentos. A FIA modificou seus testes de avaliação do assoalho dos carros e diminuiu sua medida de mobilidade, fato que afetou o desempenho dos carros vermelhos à época.
A "Autosport" contou, também, que a copiadora usada por Coughlan também recebeu o pedido para que todas as 780 páginas do dossiê com os dados da Ferrari fossem escaneadas. A intenção era passar as informações para um CD-ROM e destruir os papéis, que foram queimados no jardim da casa de Mike. O conselho para a literal queima de arquivo partiu de Jonathan Neale, diretor-geral da McLaren, que viu o calhamaço de folhas em um clube de golfe.
O caso começou com a ida da Ferrari à procuradoria de Módena para investigar a conduta de Stepney, acusado de colocar um pó branco nos tanques de combustível dos carros de Felipe Massa e Kimi Raikkonen antes do GP de Mônaco. Ao longo, descobriu-se um caso profundo de espionagem por meio do tal dossiê que foi entregue para Coughlan, projetista-chefe da McLaren, mostrado a outros colegas da equipe inglesa dados sigilosos da equipe de Maranello. O pó branco passou de detergente a corrosivo, a Honda foi envolvida na história porque as duas personagens queriam se transferir para o time japonês, a cúpula da McLaren, que antes negava qualquer participação de outro funcionário, afastou nesta quinta (19) o diretor-executivo Martin Whitmarsh e o diretor de engenharia, Paddy Lowe.
