15-06-2007, 10:29 PM
ArrayPois são... para eliminar o excesso de carga causado pela poluição :laugh::laugh::laugh::laugh:
(estou em erro ou o Estado equivale a 60% do nosso produto? :blink::blink::blink:)[/quote]
LOL agora tiveste piada. :laugh:(tudo isto começou com a poluição, já nem me lembrava) :smile:
Esqueci-me há bocado de falar em outra coisa, os indicadores de nível de vida usados pelas tipologias actuais (trabalho nisto, estou no ramo da sociologia), não dão índices muito mais elevados para espanha, aliás, o serviço nacional de saúde em espanha é muito pior (segundo os mesmos indicadores) que o Português, que é considerado o 12º melhor do mundo. Também temos uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do mundo. Ambas as coisas, estão indestrinçavelmente ligadas ao modelo tributário. Em termos históricos, Espanha sempre teve taxas de desemprego muito mais elevadas do que Portugal (tal como acontece agora), e sobre isso até temos um artigo do NEO-LIBERAL Silva Lopes. :laugh:Há outro exemplo relevante, no expoente máximo do Neo-Liberalismo, os Estados Unidos, onde não há acesso gratuíto à saude e os impostos são baixos (excepção feita aos maiores de 65 anos abrangidos pelo sistema "medicare" e aos menores de 15 anos, pelo sistema "medicaid") há muito maior despesa pública no sector da saúde (no rácio do PIB) do que em países com "wellfare state" ou sistema nacional de saúde. Como vemos, impostos baixos não significam, de maneira nenhuma, o inverso do que significariam os impostos altos (na análise que diz que diminuem o nível de vida) em termos dos seus efeitos. Tudo depende das conjunturas.
Isto não tem nada a ver com nada, não leves a mal, mas acho que se escreve "superavit" em vez de "superative". Mas só digo isto porque calhou reparar. lol
(estou em erro ou o Estado equivale a 60% do nosso produto? :blink::blink::blink:)[/quote]
LOL agora tiveste piada. :laugh:(tudo isto começou com a poluição, já nem me lembrava) :smile:
Esqueci-me há bocado de falar em outra coisa, os indicadores de nível de vida usados pelas tipologias actuais (trabalho nisto, estou no ramo da sociologia), não dão índices muito mais elevados para espanha, aliás, o serviço nacional de saúde em espanha é muito pior (segundo os mesmos indicadores) que o Português, que é considerado o 12º melhor do mundo. Também temos uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do mundo. Ambas as coisas, estão indestrinçavelmente ligadas ao modelo tributário. Em termos históricos, Espanha sempre teve taxas de desemprego muito mais elevadas do que Portugal (tal como acontece agora), e sobre isso até temos um artigo do NEO-LIBERAL Silva Lopes. :laugh:Há outro exemplo relevante, no expoente máximo do Neo-Liberalismo, os Estados Unidos, onde não há acesso gratuíto à saude e os impostos são baixos (excepção feita aos maiores de 65 anos abrangidos pelo sistema "medicare" e aos menores de 15 anos, pelo sistema "medicaid") há muito maior despesa pública no sector da saúde (no rácio do PIB) do que em países com "wellfare state" ou sistema nacional de saúde. Como vemos, impostos baixos não significam, de maneira nenhuma, o inverso do que significariam os impostos altos (na análise que diz que diminuem o nível de vida) em termos dos seus efeitos. Tudo depende das conjunturas.
Isto não tem nada a ver com nada, não leves a mal, mas acho que se escreve "superavit" em vez de "superative". Mas só digo isto porque calhou reparar. lol
![[Image: celeritas_sig.png]](http://i182.photobucket.com/albums/x153/el_pombo/celeritas_sig.png)
