15-06-2007, 09:24 PM
Enganas-te sobre os impostos (mitos da fiscalidade :noworry::noworry:).
Em primeiro lugar, há que ter em conta, não a taxa "bruta" de imposto (quem pensa que as empresas pagam em base do IRC 27,5% dos seus lucros, é melhor informar-se :noworry:), mas sim a taxa "efectiva" que é paga pela população e empresas.
Nem se pode comparar a fiscalidade entre países com estruturas ecónomicas muito diferentes (não me venham dizer que o capitalismo é igual em todo lado :push::push:).
Mas se olharmos para Portugal e Espanha, podemos ver que em Espanha se paga menos em impostos (quer em termos de taxas brutas de IVA, IA, IRS e IRC, quer em termos de taxas efectivas), tem um crescimento económico muito mais pujante e, para mais, têm superative (sim, superative!) orçamental.
E porquê? Porque foram/são finos. Porque o governo do PSOE nos anos 80 dotou o país de reformas estruturais que, sim, deixaram muita gente no desemprego durante imensos anos em Espanha, mas que colheu depois frutos nos anos 90 com os governos do PP e actualmente com o PSOE de novo no poder.
Infelizmente, por cá, anda-se a inventar choques fiscais, aumentos de impostos indirectos (onde a fuga ao fisco é mais difícil, mas que ao mesmo tempo, é o imposto mais injusto). E como a fuga ao fisco é enorme por cá, as taxas efectivas de imposto, quando comparadas com outros países, não são assim tão grande (E, para agravar a situação, o Estado gasta muito... e mal).
Provavelmente ouves falar que nos países nórdicos se pagam imensos impostos... Sim é verdade. Mas 25% de 50.000 é mais do que 33% de 20.000, n'est-ce pas? :noworry:
(também te podia falar que os impostos causam o que os economistas chamam de "excesso de carga", afastando a economia de um país de um óptimo de Pareto... Mas como em Portugal, estamos num nível de sub-sub-sub-sub......................................................... (passados 10 minutos)....................sub-sub óptimo de Pareto, nem faz muito sentido falar nisso :laugh::laugh::laugh:)
Em primeiro lugar, há que ter em conta, não a taxa "bruta" de imposto (quem pensa que as empresas pagam em base do IRC 27,5% dos seus lucros, é melhor informar-se :noworry:), mas sim a taxa "efectiva" que é paga pela população e empresas.
Nem se pode comparar a fiscalidade entre países com estruturas ecónomicas muito diferentes (não me venham dizer que o capitalismo é igual em todo lado :push::push:).
Mas se olharmos para Portugal e Espanha, podemos ver que em Espanha se paga menos em impostos (quer em termos de taxas brutas de IVA, IA, IRS e IRC, quer em termos de taxas efectivas), tem um crescimento económico muito mais pujante e, para mais, têm superative (sim, superative!) orçamental.
E porquê? Porque foram/são finos. Porque o governo do PSOE nos anos 80 dotou o país de reformas estruturais que, sim, deixaram muita gente no desemprego durante imensos anos em Espanha, mas que colheu depois frutos nos anos 90 com os governos do PP e actualmente com o PSOE de novo no poder.
Infelizmente, por cá, anda-se a inventar choques fiscais, aumentos de impostos indirectos (onde a fuga ao fisco é mais difícil, mas que ao mesmo tempo, é o imposto mais injusto). E como a fuga ao fisco é enorme por cá, as taxas efectivas de imposto, quando comparadas com outros países, não são assim tão grande (E, para agravar a situação, o Estado gasta muito... e mal).
Provavelmente ouves falar que nos países nórdicos se pagam imensos impostos... Sim é verdade. Mas 25% de 50.000 é mais do que 33% de 20.000, n'est-ce pas? :noworry:
(também te podia falar que os impostos causam o que os economistas chamam de "excesso de carga", afastando a economia de um país de um óptimo de Pareto... Mas como em Portugal, estamos num nível de sub-sub-sub-sub......................................................... (passados 10 minutos)....................sub-sub óptimo de Pareto, nem faz muito sentido falar nisso :laugh::laugh::laugh:)

