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o palhaço Odete amaldiçoado por Salazar
Bem, pelo posso observar já passámos à fase dos insultos arbitrários, eu como comunista “tacanho” não tenho recursos para poder imiscuir-me numa terminologia tão ilustre que só está acessível a pessoas com ideias avançadas como as vossas, por isso vou ignorar as ofensas pessoais que me foram dirigidas sem um motivo plausível, já que não ofendi ninguém. Mais uma vez se confirma que as vossas ideias (pilotos-virtuais, marco e azinheira) não têm matriz numa reflexão objectiva sobre a realidade mas sim em suposições sobre a personalidade ou estilo de vida de outra pessoa ou pessoas, ainda bem que temos um sistema de ensino público que vos permitiu terem obtido formação dentro do campo da psiquiatria para poderem fazer afirmações tão taxativas como as que foram feitas. Como de costume, recorrem a argumentos falaciosos para procurar descredibilizar quem tem ideias diferentes das vossas, neste caso, colocam um ror de questões em catadupa para tentar descontrolar o vosso interlocutor, que neste caso sou eu. Marco, se a extensão dos meus posts te incomoda, nesse caso só posso sugerir-te que continues a fazer o que tens feito até agora, não os leias (se os lesses saberias que nem filiado sou no partido comunista, quanto mais trabalhar lá). Penso que não ler aquilo que é dito ou escrito pelos outros por ser demasiado extenso é demonstrativo de uma mente muito mais “fechada” do que a minha e só realça uma contradição flagrante com toda a “cultura” que é suposto terem e estarem a usar aqui na vossa santa missão de combater o comunismo onde quer que se manifeste. Se não conseguem articular mais de duas frases seguidas, lamento, mas não é problema meu, por isso não embirrem comigo. Pilotos-Virtuais, os direitos elementares, fundamentais, essenciais, são o que dá sentido à própria definição de sociedade, como vivemos em sociedade trabalhamos para o bem de nós todos, para que não sejam só os ricos ou quem tem dinheiro a ter acesso aos suprimento das suas necessidades mais prementes, como é o caso da saúde, da educação, ou da segurança social. Se o estado não tivesse a obrigação de facultar acesso público ao ensino, hoje, eu seria analfabeto ou semi-analfabeto por os meus pais serem pobres, presumo que isso, para ti, fosse uma situação absolutamente justa e desejável. Escreve-se “arqueólogo” e não “arquiólogo” (se fosse como vocês, agora, estaria a chamar-te semi-analfabeto e a invalidar as tuas ideias com base nisso), talvez se estivessem menos preocupados em criticar a minha forma de expressão escrita e mais preocupados com a vossa, não tivessem uma mente tão “fechada”, “tacanha” e talvez até alimária, como a minha. É incrível como com, sob o pretexto do “abuso” (que praticamente não existe, e posso afiançá-lo porque há circunstâncias que levam a que esteja por dentro do que se passa dentro do sistema público de saúde) dos serviços de saúde se defende que quem tem dinheiro tenha acesso aos cuidados básicos de saúde e, quem não tem, não possa ser tratado. O post do Azinheira também foi elucidativo do meu “fechamento” mental, fiquei a saber que os gays e lésbicas são pessoas que não interessam a ninguém, são coisas perversas e que deviam ser banidas da face da terra, sem direito a existir, já que as vossas orientações sexuais é que são as certas. Estou sempre a aprender com vocês. A “maior catástrofe ambiental de todos os tempos” aconteceu numa central nuclear de produção de energia eléctrica que existe em todos os países do G8, que vocês tanto idolatram, sempre houve mais centrais nucleares nos Estados Unidos do que na união soviética e uma catástrofe ainda maior do que a soviética foi evitada com grande dificuldade. Isso é um facto completamente irrelevante para a discussão que estávamos a ter, nem sequer os comentadores de direita mais obtusos teriam usado um argumento desses, por isso, aprendi mais uma vez. O “atacar tudo e todos” abandonando a bandeira do comunismo é apenas um juízo subjectivo e presunçoso, tal como todos os outros que foram feitos anteriormente, em vez de discutir os assuntos objectivamente teimam em fugir da discussão com atoardas e preconceitos, não se preocupam com as minhas ideias mas sim com a classificação que podem dar à minha pessoa, da mesma forma que também dão uma classificação pejorativa a “gays”, “lésbicas”, suponho que drogados, transexuais e todo o tipo de “escória” que infecta o planeta, pelo menos dentro das vossas cabeças. Depois o “tacanho” sou eu. As observações do Marco, basicamente, resumiram-se a assumir coisas sobre mim, quando não sou eu que estou em questão mas sim o tema sobre o qual estivemos a conversar. Deviam pensar que talvez estejam muito mais susceptíveis a “interpretações” descontextualizadas sobre as vossas personalidades do que eu estou. Aparentemente, não são capazes de manter uma conversa sem passar aos insultos pessoais, é por isso que vou deixar de dar resposta esses insultos (embora responda a alguma coisa construtiva que venham a dizer), como diz o outro ditado, para se discutir com um mentecapto é preciso ser mentecapto como ele e depois somos batidos em experiência.
[Image: celeritas_sig.png]
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o palhaço Odete amaldiçoado por Salazar - by diospiro_verde - 13-06-2007, 07:09 PM

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