12-07-2006, 04:44 PM
Que o actual sistema finaceiro/económico/social tem os dias contados ninguém duvida, quer na Europa quer nos EU.
A China mas também a Índia estão a encarregar-se de acelerar todo o processo, que como bem se vê está a condicionar fortemente o equilíbrio económico e social: deslocalização de unidades produtivas para o oriente, forte pressão sobre os custos do trabalho (despedimentos maciços na ocidente em todas as áreas incluindo principalmente os grandes grupos económicos a actuarem á escala mundial), aumento da procura de matérias-primas por parte do oriente, forte concorrência de produtos a baixo preço e não tão baixa qualidade, rotura do sistema de solidariedade social europeu (que só o é para alguns),etc, etc.
Contudo o preço do petróleo em particular parece conjugar dois factores em simultâneo: tentativa da manutenção da hegemonia dos EU sobre o mundo, forte enriquecimento dos grandes grupos americanos (a Exxon prepara-se para adquirir a Repsol, por exemplo).
A economia americana, ainda que muito, e bem, assente numa forte e dinâmica lei de mercado (interna) baseia-se, ainda e muito mais, no poderio e influência que os mesmos EU têm no mundo. Não será por acaso que os EU possuem a maior dívida externa do mundo em % do PIB, sendo que é precisamente a China pasme-se actualmente um dos principais, senão o principal, financiador dos EU.
A economia americana move-se de uma forma bem diferente da Europeia e, de resto, das restantes economias mundiais, precisamente pela influência que os EU têm em todo o mundo. E essa influência é, acima de tudo, beligerante, que assume, sem dúvida, a peça principal de um motor que pretende assim o domínio mundial, militar e, consequentemente e objectivamente, económico e financeiro.
Sem o poder militar que os EU possuem, como nação beligerante que claramente é, tenho fortes, para não dizer todas as dúvidas, que fosse possível a economia americana crescer ao ritmo a que o tem feito nem tão pouco que pudesse ser tão competitiva como outras, e nessas incluo a Europeia.
Não será certamente por acaso que a Europa lidera em áreas como a industria química, telecomunicações, farmacêutica, automóvel, novas tecnologias, aeronáutica civil, software e concepção,etc, etc, etc.
Também parece hoje óbvio, e na altura suscitou muitas dúvidas quais os méritos da invasão do Iraque, que a mesma foi devida unicamente por motivos de hegemonia militar, controlo de um ponto de importância geopolítica e, como é óbvio, influência económica por controlo directo de um dos principais produtores de crude a nível mundial
A China mas também a Índia estão a encarregar-se de acelerar todo o processo, que como bem se vê está a condicionar fortemente o equilíbrio económico e social: deslocalização de unidades produtivas para o oriente, forte pressão sobre os custos do trabalho (despedimentos maciços na ocidente em todas as áreas incluindo principalmente os grandes grupos económicos a actuarem á escala mundial), aumento da procura de matérias-primas por parte do oriente, forte concorrência de produtos a baixo preço e não tão baixa qualidade, rotura do sistema de solidariedade social europeu (que só o é para alguns),etc, etc.
Contudo o preço do petróleo em particular parece conjugar dois factores em simultâneo: tentativa da manutenção da hegemonia dos EU sobre o mundo, forte enriquecimento dos grandes grupos americanos (a Exxon prepara-se para adquirir a Repsol, por exemplo).
A economia americana, ainda que muito, e bem, assente numa forte e dinâmica lei de mercado (interna) baseia-se, ainda e muito mais, no poderio e influência que os mesmos EU têm no mundo. Não será por acaso que os EU possuem a maior dívida externa do mundo em % do PIB, sendo que é precisamente a China pasme-se actualmente um dos principais, senão o principal, financiador dos EU.
A economia americana move-se de uma forma bem diferente da Europeia e, de resto, das restantes economias mundiais, precisamente pela influência que os EU têm em todo o mundo. E essa influência é, acima de tudo, beligerante, que assume, sem dúvida, a peça principal de um motor que pretende assim o domínio mundial, militar e, consequentemente e objectivamente, económico e financeiro.
Sem o poder militar que os EU possuem, como nação beligerante que claramente é, tenho fortes, para não dizer todas as dúvidas, que fosse possível a economia americana crescer ao ritmo a que o tem feito nem tão pouco que pudesse ser tão competitiva como outras, e nessas incluo a Europeia.
Não será certamente por acaso que a Europa lidera em áreas como a industria química, telecomunicações, farmacêutica, automóvel, novas tecnologias, aeronáutica civil, software e concepção,etc, etc, etc.
Também parece hoje óbvio, e na altura suscitou muitas dúvidas quais os méritos da invasão do Iraque, que a mesma foi devida unicamente por motivos de hegemonia militar, controlo de um ponto de importância geopolítica e, como é óbvio, influência económica por controlo directo de um dos principais produtores de crude a nível mundial

![[Image: WebLogo.gif]](http://luismvsbranco.com.sapo.pt/WebLogo.gif)