Marco, compreendi o que dizes.
Mas deixa-me dizer-te que não vais conseguir averiguar o comportamento de um piloto numa única corrida de teste. O sistema para averiguar o comportamento dos pilotos teria que ser outro: - por ex: um sistema de penalizações já depois de estes terem sido aceites e atribuida a sua licença desportiva.
Repito:
A sugestão que dei, NÃO se destina a averiguar o comportamento do piloto em pista em relação aos outros! Não é para isto que essa ideia foi criada.
Ela APENAS se destina a filtrar de um modo geral os pilotos que ingressam no sentido de: os que sabem controlar o carro dos que não sabem controlar o carro. Pelo menos isto é contemplado no sistema, de um modo práctico e muito eficaz.
O tipo de acidentes futuros que este sistema contempla são: acidentes em que o piloto perde o controlo do carro por e simplesmente porque não sabe controla-lo minimamente; ou porque não sabe reagir com segurança a situações adversas....enfim, todos aqueles acidentes que implicam um conhecimento por parte do piloto em como controlar minimamente o carro.
Estamos a falar de coisas diferentes Marco:
A análise do comportamento dos pilotos é muitissimo mais extensa do que basear o teu juizo numa corrida só. Isso é inviável e injusto. Tu próprio o disseste quando referiste que o meu comportamente tem vindo a melhorar desde Monza! Ora isso são 4 corridas e mesmo assim deixa-me discordar porque não sinto que evoluí de forma alguma, a esse respeito sinto-me o mesmo.
É errático tirar conclusões de um campo de amostras tão reduzido.
Avaliar o comportamento dos pilotos, neste caso específico - o comportamento humano, é muito mais complexo do que avaliar a capacidade que um tem de controlar ou não o carro.
Como disse: estamos a falar de coisas diferentes. Ao adoptar um sistema como o que referi, tu vais apenas ter a certeza que os pilotos que entram conseguem controlar o seu próprio carro minimamente.
Eu lamento dizer que se quiserem um sistema que faça tudo (avaliar o controlo que este tem sobre o carro + avaliar o comportamento em pista) de uma forma eficaz, vão fracassar.
É mais simples isolar estes problemas e trata-los separadamente.
Sou da opinião que o controlo do carro é um teste mais importante que o do temperamento do piloto e este sim deve ser condição determinante em correr ou não. Neste momento até podemos ter pilotos que são temperamentais e não sabem controlar o carro! Ora imaginesse isto em pista.
Não seria mais facil ter a certeza que pelo menos o carro eles sabem controlar, e quanto ao temperamento as próprias regras da liga tratam disso (regras que até já existem!), por isso tens metade do trabalho.
Resumindo:
Para teste de controlo do carro temos um sistema que abre a porta ao individuo como piloto da liga.
Para teste de temperamento temos outro sistema, totalmente diferente mais voltado para as penalizações etc.
Não misturem as coisas!
Abraço.
Mas deixa-me dizer-te que não vais conseguir averiguar o comportamento de um piloto numa única corrida de teste. O sistema para averiguar o comportamento dos pilotos teria que ser outro: - por ex: um sistema de penalizações já depois de estes terem sido aceites e atribuida a sua licença desportiva.
Repito:
A sugestão que dei, NÃO se destina a averiguar o comportamento do piloto em pista em relação aos outros! Não é para isto que essa ideia foi criada.
Ela APENAS se destina a filtrar de um modo geral os pilotos que ingressam no sentido de: os que sabem controlar o carro dos que não sabem controlar o carro. Pelo menos isto é contemplado no sistema, de um modo práctico e muito eficaz.
O tipo de acidentes futuros que este sistema contempla são: acidentes em que o piloto perde o controlo do carro por e simplesmente porque não sabe controla-lo minimamente; ou porque não sabe reagir com segurança a situações adversas....enfim, todos aqueles acidentes que implicam um conhecimento por parte do piloto em como controlar minimamente o carro.
Estamos a falar de coisas diferentes Marco:
A análise do comportamento dos pilotos é muitissimo mais extensa do que basear o teu juizo numa corrida só. Isso é inviável e injusto. Tu próprio o disseste quando referiste que o meu comportamente tem vindo a melhorar desde Monza! Ora isso são 4 corridas e mesmo assim deixa-me discordar porque não sinto que evoluí de forma alguma, a esse respeito sinto-me o mesmo.
É errático tirar conclusões de um campo de amostras tão reduzido.
Avaliar o comportamento dos pilotos, neste caso específico - o comportamento humano, é muito mais complexo do que avaliar a capacidade que um tem de controlar ou não o carro.
Como disse: estamos a falar de coisas diferentes. Ao adoptar um sistema como o que referi, tu vais apenas ter a certeza que os pilotos que entram conseguem controlar o seu próprio carro minimamente.
Eu lamento dizer que se quiserem um sistema que faça tudo (avaliar o controlo que este tem sobre o carro + avaliar o comportamento em pista) de uma forma eficaz, vão fracassar.
É mais simples isolar estes problemas e trata-los separadamente.
Sou da opinião que o controlo do carro é um teste mais importante que o do temperamento do piloto e este sim deve ser condição determinante em correr ou não. Neste momento até podemos ter pilotos que são temperamentais e não sabem controlar o carro! Ora imaginesse isto em pista.
Não seria mais facil ter a certeza que pelo menos o carro eles sabem controlar, e quanto ao temperamento as próprias regras da liga tratam disso (regras que até já existem!), por isso tens metade do trabalho.
Resumindo:
Para teste de controlo do carro temos um sistema que abre a porta ao individuo como piloto da liga.
Para teste de temperamento temos outro sistema, totalmente diferente mais voltado para as penalizações etc.
Não misturem as coisas!
Abraço.
