14-12-2005, 10:20 PM
A minha opinião predominante é que o campeonato seja o mais aberto possível mas que, em simultâneo, os pilotos sejam o mais nivelados que se conseguir.
Julgo que todos se divertem muito mais se fizerem cada corrida a disputar o lugar com mais 1, 2 ou 3 pilotos que rodarem 60 minutos, ou mais, na mais completa solidão.
Para isto se conseguir o campeonato tem que ter pilotos com desempenhos idênticos.
Par já tenho-me apercebido que os pilotos estão a evoluir. Essa evolução está a demonstrar-se quer nos tempos por volta, quer na proximidade de performance entre pilotos quer na forma como disputam os lugares em prova. Isto é muito bom sinal.
Acho bem mais interessante ficar em 15º num campeonato com campeonato com 30 pilotos, mas a somente uma mão cheia de pontos do primeiro que ficar em 2º a 30 pontos do 1º e a outro tanto do 3º.
E ganhar num campeonato renhido é bem mais aliciante, seja ganhar uma prova seja o próprio campeonato.
Pensando um pouco mais sobre esta questão da selecção e recrutamento de novos pilotos, julgo que podemos utilizar algo bem mais simples e onde se torna bem claro quem tem a melhor performance.
E estou a lembrar-me que o dedicated server grava os resultados de cada corrida, com indicação da melhor volta em corrida, e tempo de qualificação mas, mais importante, o tempo de cada volta efectuada em corrida e, pelo seu somatório, o tempo total despendido a realizar x voltas.
Ora se já temos isso, é uma excelente base de trabalho.
Pegando também nas ferramentas que já existem, e que são simples de utilizar, temos que com o GTR Analyzer constroi-se uma base de dados dos pilotos presentes numa determinada corrida.
Essa base de dados pode ser hierarquizada, assim como para obter tempos padrão por volta, tempos médios de corrida e, obviamente, identificar os melhores pilotos.
O que proponho, e que pode entrar em vigor a qualquer momento socorrendo-nos destes 3 elementos dedicated server, ficheiro com resultados para cada prova e análise á prova efectuada, seria consagrar um determinado dia, ou 2, da semana para efectuar os seguintes teste:
1. Dia ou dias, que podem ser inclusivamente em semanas alternadas, com pilotos a correrem numa semana e os restantes a correrem noutra, por forma a haver mais facilidade de participação. Estes seriam destinados a testar os pilotos já registados e inscritos no campeonato:
a) a administração indica a pista onde se vai correr
b) todos os pilotos utilizam o mesmo carro, optando-se por um que nenhuma equipa esteja a utilizar no campeonato (se preciso for vão todos de Elise)
c) O setup é disponibilizado pela administração e será utilizado por todos os pilotos
d) a prova consistiria em apenas uma sessão de qualificação de, digamos 20 minutos, seguido igualmente de uma corrida com a mesma duração.
e) era recolhido para a base de dados a performance dos pilotos (n.º de voltas realizadas, tempo por volta, tempo total e melhor volta)
f) criado um ranking com base nos resultados dessa prova
2. Exactamente da mesma forma eram marcados dias para os pilotos que mostrassem interesse em participar no campeonato, que funcionaria exactamente nos mesmo moldes que para os pilotos do campeonato
3. Com base no tempo padrão retirado da base de dados proveniente dos testes efectuados aos pilotos a correr no campeonato:
a) O tempo padrão não mais que seria que a média por volta de cada piloto em corrida e qualificação, a partir da qual se calcularia a média por volta do teste quer para corrida quer para qualificação
b) Se da média obtida existissem pilotos com o valor médio de qualificação e corrida com um diferencial para mais superior x% do tempo padrão, esses lugares seriam possíveis de ser ocupados por pilotos do teste 2 (vou chamar assim ao testes realizados por pilotos extra campeonato)
4. Faria-se a mesma análise para os pilotos do Teste 2, mas:
a) Para um piloto ser elegível para entrar no campeonato teria que ter um tempo médio (qualificação e em corrida) inferior ao tempo padrão obtido pelos pilotos do Teste 1. Teria que ter um tempo médio mão superior a z% do tempo padrão do Teste 1, em que z%<=y%*x% do tempo padrão Teste 1.
Passo a exemplificar:
Supondo que o tempo padrão do Teste 1 é 1:30.000
Supondo que o desvio máximo na média de cada piloto é de 5% (x) (4,5 segundos segundos), o tempo a partir do qual o lugar no campeonato fica em risco é 1:34.500
O tempo padrão de um piloto no Teste 2 terá que ser igual ou inferior em 50% (y) ao desvio máximo admitido no Teste 1. Assim para um piloto poder ser elegível para entrar no campeonato teria de ter um tempo médio de 1:32:250 (2:250=50%x5%x1:30.000)
Com isto seria agora construída uma base de dados dos pilotos elegíveis assim com dos pilotos com lugar em risco. Em simultâneo criava-se um ranking de pilotos dentro e fora do campeonato
Essas bases de dados eram disponibilizadas para consulta, cabendo agora aos chefes de equipa a decisão de contratarem este ou aquele piloto dos elegíveis e dispensar ou não algum piloto que faça parte da equipa.
Com isto a administração criava um ranking de consulta, evidenciando os pilotos em risco e aqueles em condições de elegibilidade. A decisão final caberia, tal como agora, as chefes de equipa.
Acho isto muito fácil de implementar, já que o GTR Analyser cria uma folha de excel com estes dados de que aqui falo, e a partir deles, também pelo excel, constroi-se muito facilmente as base de dados que referi.
Acho isto bastante exequível, sendo ao mesmo tempo motivador para que todos procurem melhore o seu desempenho, dando, ao mesmo tempo, oportunidade á entrada de novos pilotos.
Julgo que todos se divertem muito mais se fizerem cada corrida a disputar o lugar com mais 1, 2 ou 3 pilotos que rodarem 60 minutos, ou mais, na mais completa solidão.
Para isto se conseguir o campeonato tem que ter pilotos com desempenhos idênticos.
Par já tenho-me apercebido que os pilotos estão a evoluir. Essa evolução está a demonstrar-se quer nos tempos por volta, quer na proximidade de performance entre pilotos quer na forma como disputam os lugares em prova. Isto é muito bom sinal.
Acho bem mais interessante ficar em 15º num campeonato com campeonato com 30 pilotos, mas a somente uma mão cheia de pontos do primeiro que ficar em 2º a 30 pontos do 1º e a outro tanto do 3º.
E ganhar num campeonato renhido é bem mais aliciante, seja ganhar uma prova seja o próprio campeonato.
Pensando um pouco mais sobre esta questão da selecção e recrutamento de novos pilotos, julgo que podemos utilizar algo bem mais simples e onde se torna bem claro quem tem a melhor performance.
E estou a lembrar-me que o dedicated server grava os resultados de cada corrida, com indicação da melhor volta em corrida, e tempo de qualificação mas, mais importante, o tempo de cada volta efectuada em corrida e, pelo seu somatório, o tempo total despendido a realizar x voltas.
Ora se já temos isso, é uma excelente base de trabalho.
Pegando também nas ferramentas que já existem, e que são simples de utilizar, temos que com o GTR Analyzer constroi-se uma base de dados dos pilotos presentes numa determinada corrida.
Essa base de dados pode ser hierarquizada, assim como para obter tempos padrão por volta, tempos médios de corrida e, obviamente, identificar os melhores pilotos.
O que proponho, e que pode entrar em vigor a qualquer momento socorrendo-nos destes 3 elementos dedicated server, ficheiro com resultados para cada prova e análise á prova efectuada, seria consagrar um determinado dia, ou 2, da semana para efectuar os seguintes teste:
1. Dia ou dias, que podem ser inclusivamente em semanas alternadas, com pilotos a correrem numa semana e os restantes a correrem noutra, por forma a haver mais facilidade de participação. Estes seriam destinados a testar os pilotos já registados e inscritos no campeonato:
a) a administração indica a pista onde se vai correr
b) todos os pilotos utilizam o mesmo carro, optando-se por um que nenhuma equipa esteja a utilizar no campeonato (se preciso for vão todos de Elise)
c) O setup é disponibilizado pela administração e será utilizado por todos os pilotos
d) a prova consistiria em apenas uma sessão de qualificação de, digamos 20 minutos, seguido igualmente de uma corrida com a mesma duração.
e) era recolhido para a base de dados a performance dos pilotos (n.º de voltas realizadas, tempo por volta, tempo total e melhor volta)
f) criado um ranking com base nos resultados dessa prova
2. Exactamente da mesma forma eram marcados dias para os pilotos que mostrassem interesse em participar no campeonato, que funcionaria exactamente nos mesmo moldes que para os pilotos do campeonato
3. Com base no tempo padrão retirado da base de dados proveniente dos testes efectuados aos pilotos a correr no campeonato:
a) O tempo padrão não mais que seria que a média por volta de cada piloto em corrida e qualificação, a partir da qual se calcularia a média por volta do teste quer para corrida quer para qualificação
b) Se da média obtida existissem pilotos com o valor médio de qualificação e corrida com um diferencial para mais superior x% do tempo padrão, esses lugares seriam possíveis de ser ocupados por pilotos do teste 2 (vou chamar assim ao testes realizados por pilotos extra campeonato)
4. Faria-se a mesma análise para os pilotos do Teste 2, mas:
a) Para um piloto ser elegível para entrar no campeonato teria que ter um tempo médio (qualificação e em corrida) inferior ao tempo padrão obtido pelos pilotos do Teste 1. Teria que ter um tempo médio mão superior a z% do tempo padrão do Teste 1, em que z%<=y%*x% do tempo padrão Teste 1.
Passo a exemplificar:
Supondo que o tempo padrão do Teste 1 é 1:30.000
Supondo que o desvio máximo na média de cada piloto é de 5% (x) (4,5 segundos segundos), o tempo a partir do qual o lugar no campeonato fica em risco é 1:34.500
O tempo padrão de um piloto no Teste 2 terá que ser igual ou inferior em 50% (y) ao desvio máximo admitido no Teste 1. Assim para um piloto poder ser elegível para entrar no campeonato teria de ter um tempo médio de 1:32:250 (2:250=50%x5%x1:30.000)
Com isto seria agora construída uma base de dados dos pilotos elegíveis assim com dos pilotos com lugar em risco. Em simultâneo criava-se um ranking de pilotos dentro e fora do campeonato
Essas bases de dados eram disponibilizadas para consulta, cabendo agora aos chefes de equipa a decisão de contratarem este ou aquele piloto dos elegíveis e dispensar ou não algum piloto que faça parte da equipa.
Com isto a administração criava um ranking de consulta, evidenciando os pilotos em risco e aqueles em condições de elegibilidade. A decisão final caberia, tal como agora, as chefes de equipa.
Acho isto muito fácil de implementar, já que o GTR Analyser cria uma folha de excel com estes dados de que aqui falo, e a partir deles, também pelo excel, constroi-se muito facilmente as base de dados que referi.
Acho isto bastante exequível, sendo ao mesmo tempo motivador para que todos procurem melhore o seu desempenho, dando, ao mesmo tempo, oportunidade á entrada de novos pilotos.

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