22-12-2008, 01:47 PM
Toyota regista perdas históricas <!--sizec--><!--/sizec-->
A Toyota prepara-se para apresentar, pela primeira vez na sua história, um registo de perdas económicas em virtude da crise financeira e da consequente queda nas vendas de automóveis novos em todo o Mundo.
A maior fabricante de automóveis a nível global já informou, através de um comunicado, que espera encerrar o ano fiscal (em Março) com perdas de 150 mil milhões de ienes, cerca de 1,2 mil milhões de euros. Isto depois de nos anos anteriores ter registado sucessivos recordes de lucros.
Em declarações à imprensa, o presidente da companhia, Katsuaki Watanabe, explicou que esta "é uma situação de urgência sem precedentes", acrescentando que se está a viver uma situação "cada vez mais rude e difícil".
Face ao cenário económico actual, esta foi a segunda revisão em baixa dos negócios da empresa ao longo de 2008, sendo que esta torna-se relevante pelos seus valores recorde. Devido ao mercado automóvel em grandes dificuldades e às oscilações no mercado de câmbios do Iene face ao Dólar e ao Euro, a situação da Toyota piorou nos últimos meses, com a marca a esperar perdas nos lucros líquidos de 91 por cento, chegando ainda assim aos 50 mil milhões de ienes.
Nas últimas semanas, e pelos mesmos motivos, a Honda já havia cortado as suas previsões de lucro, o que a obrigou, inclusive, a cortar o seu envolvimento na Fórmula 1 e a cancelar o projecto de desenvolvimento do sucessor do NSX.
No entanto, o mesmo não deverá suceder com a Toyota, com John Howett, presidente da equipa, a garantir que a marca continua empenhada na F1, salientando que a crise não é exclusiva da F1 mas "de todos os desportos".
Em declarações à BBC Rádio 5 Live, Howett referiu que "não é uma situação demasiado dramática", mostrando-se confiante de que as novas regras de cortes nos custos da F1 para os próximos anos irão tornar a modalidade sustentável.
E, numa crise que não é exclusiva dos construtores de automóveis, a Bridgestone também já revelou que irá rever as suas previsões em baixa, apontando perdas esperadas de 24 por cento. Mas a situação poderá piorar no Japão: a Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão prevê quedas ainda mais acentuadas em 2009, com o seu presidente Satoshi Aoki a explicar que o "panorama para 2009 é muito sombrio".
FONTE: http://autosport.aeiou.pt/gen.pl?p=stories...s.stories/63559
A Toyota prepara-se para apresentar, pela primeira vez na sua história, um registo de perdas económicas em virtude da crise financeira e da consequente queda nas vendas de automóveis novos em todo o Mundo.
A maior fabricante de automóveis a nível global já informou, através de um comunicado, que espera encerrar o ano fiscal (em Março) com perdas de 150 mil milhões de ienes, cerca de 1,2 mil milhões de euros. Isto depois de nos anos anteriores ter registado sucessivos recordes de lucros.
Em declarações à imprensa, o presidente da companhia, Katsuaki Watanabe, explicou que esta "é uma situação de urgência sem precedentes", acrescentando que se está a viver uma situação "cada vez mais rude e difícil".
Face ao cenário económico actual, esta foi a segunda revisão em baixa dos negócios da empresa ao longo de 2008, sendo que esta torna-se relevante pelos seus valores recorde. Devido ao mercado automóvel em grandes dificuldades e às oscilações no mercado de câmbios do Iene face ao Dólar e ao Euro, a situação da Toyota piorou nos últimos meses, com a marca a esperar perdas nos lucros líquidos de 91 por cento, chegando ainda assim aos 50 mil milhões de ienes.
Nas últimas semanas, e pelos mesmos motivos, a Honda já havia cortado as suas previsões de lucro, o que a obrigou, inclusive, a cortar o seu envolvimento na Fórmula 1 e a cancelar o projecto de desenvolvimento do sucessor do NSX.
No entanto, o mesmo não deverá suceder com a Toyota, com John Howett, presidente da equipa, a garantir que a marca continua empenhada na F1, salientando que a crise não é exclusiva da F1 mas "de todos os desportos".
Em declarações à BBC Rádio 5 Live, Howett referiu que "não é uma situação demasiado dramática", mostrando-se confiante de que as novas regras de cortes nos custos da F1 para os próximos anos irão tornar a modalidade sustentável.
E, numa crise que não é exclusiva dos construtores de automóveis, a Bridgestone também já revelou que irá rever as suas previsões em baixa, apontando perdas esperadas de 24 por cento. Mas a situação poderá piorar no Japão: a Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão prevê quedas ainda mais acentuadas em 2009, com o seu presidente Satoshi Aoki a explicar que o "panorama para 2009 é muito sombrio".
FONTE: http://autosport.aeiou.pt/gen.pl?p=stories...s.stories/63559
