10-11-2008, 12:30 AM
ArrayEm relação ao racismo, sim, refiro-me às páginas anteriores. Não sei se é aplicável a ti, nem foi essa a intenção.
Em relação à deficiência dele, relê os posts que fizeste após eu ter dito que ele sofre de paralisia cerebral, mas tenta ler de outro ponto de vista que não o teu. Dá a entender que estás a brincar com a situação. Se foi o caso, acho mal e já disse o meu ponto de vista. Se não foi o caso, então o que eu disse não se aplica a ti.[/quote]
Segui o teu conselho e fui reler os posts, depois de ficar a saber sobre a paralisia cerebral, disse que, tal coisa, não é limitativa das faculdades mentais, mas sim das motoras, depois, dei o exemplo do Stephen Hawking, que é um dos maiores cientistas do mundo e sofre de paralisia cerebral (lembrei-me também do Christy Brown, uma história chegou a ser retratada num filme "O meu pé esquerdo"). Isto dificilmente pode considerar-se ofensivo. Quando, realmente, brinquei, não se tratou de uma brincadeira dirigida à deficiência do irmão do Hamilton mas sim à minha falta de argúcia ao pensar, pelos movimentos, que ele estava a dançar e não que padecia de dificuldades motoras. Brincar com isso, não é ofensivo, pelo contrário, serve, digo eu, para desdramatizar a situação ao invés de ridicularizá-la. Acho que ninguém levaria a mal ou acharia insultuoso. É preciso não ser hipersensível e hiperreactivo com estas coisas, muitas vezes (não digo que seja o teu caso), a excessiva seriedade com que se encara estas coisas não resulta em respeito, mas sim em estigmatização.
Tenho um amigo que tem uma dificuldade motora e necessita de se descolar com muletas, por coincidência, também é preto (palavra que faço questão de usar em vez de "negro") e, algumas vezes, brinco com a deficiência dele, imito-o ou escondo-lhe as muletas (algo que, pela confiança que temos, é perfeitamente aceitável), ele acha piada e ri-se, sem complexo algum. Claro que não faria isto se não o conhecesse bem, mas digo isto para mostrar que, brincar com as coisas, dentro de limites e com equilíbrio, pode ser muito positivo e facilitar a integração.
Não vamos fazer como a imprensa britânica e ver racismo onde ele não existe, como foi o caso do Brasil, onde, o facto de as pessoas apuparem o Hamilton (coisa que fazem sempre com os adversários dos pilotos brasileiros), foi uma "manifestação de racismo". Tenhamos calma.
Em relação à deficiência dele, relê os posts que fizeste após eu ter dito que ele sofre de paralisia cerebral, mas tenta ler de outro ponto de vista que não o teu. Dá a entender que estás a brincar com a situação. Se foi o caso, acho mal e já disse o meu ponto de vista. Se não foi o caso, então o que eu disse não se aplica a ti.[/quote]
Segui o teu conselho e fui reler os posts, depois de ficar a saber sobre a paralisia cerebral, disse que, tal coisa, não é limitativa das faculdades mentais, mas sim das motoras, depois, dei o exemplo do Stephen Hawking, que é um dos maiores cientistas do mundo e sofre de paralisia cerebral (lembrei-me também do Christy Brown, uma história chegou a ser retratada num filme "O meu pé esquerdo"). Isto dificilmente pode considerar-se ofensivo. Quando, realmente, brinquei, não se tratou de uma brincadeira dirigida à deficiência do irmão do Hamilton mas sim à minha falta de argúcia ao pensar, pelos movimentos, que ele estava a dançar e não que padecia de dificuldades motoras. Brincar com isso, não é ofensivo, pelo contrário, serve, digo eu, para desdramatizar a situação ao invés de ridicularizá-la. Acho que ninguém levaria a mal ou acharia insultuoso. É preciso não ser hipersensível e hiperreactivo com estas coisas, muitas vezes (não digo que seja o teu caso), a excessiva seriedade com que se encara estas coisas não resulta em respeito, mas sim em estigmatização.
Tenho um amigo que tem uma dificuldade motora e necessita de se descolar com muletas, por coincidência, também é preto (palavra que faço questão de usar em vez de "negro") e, algumas vezes, brinco com a deficiência dele, imito-o ou escondo-lhe as muletas (algo que, pela confiança que temos, é perfeitamente aceitável), ele acha piada e ri-se, sem complexo algum. Claro que não faria isto se não o conhecesse bem, mas digo isto para mostrar que, brincar com as coisas, dentro de limites e com equilíbrio, pode ser muito positivo e facilitar a integração.
Não vamos fazer como a imprensa britânica e ver racismo onde ele não existe, como foi o caso do Brasil, onde, o facto de as pessoas apuparem o Hamilton (coisa que fazem sempre com os adversários dos pilotos brasileiros), foi uma "manifestação de racismo". Tenhamos calma.
![[Image: celeritas_sig.png]](http://i182.photobucket.com/albums/x153/el_pombo/celeritas_sig.png)
