13-06-2008, 04:35 PM
Bom post, Miguel. Concordo com a maioria do que disseste.
ArrayFrancisco, explica-me então, se o JH tem assim tanto dinheiro e não precisa do iracing, pq são cobrados aqueles valores?[/quote]
É uma pergunta interessante. Na realidade ele poderia até dizer: ok, sou tão rico que posso até pagar tudo e oferecer isto de graça a todos. Mas já agora, será que tu ou eu o fariamos? Eu adoro simracing, mas duvido que fizesse isso. Há causas mais nobres se pensarmos em dar dinheiro.
Há mais razões par este tipo de preço/estratégia, mas as principais são:
bem, além de que um homem de negócios não gosta de deitar dinheiro fora :)
- o projecto é a MUITO longo prazo - isto quer dizer que daqui a 10 anos ainda vão estar a desenvolve-lo - eventualmente todas as pistas principais e até secundárias estarão no serviço, tal como todas as formas de motorsport. O preço de desenvolvimento é e será gigantesco. Ele tem 65 anos julgo, mas pensa e prepara tudo de forma que a empresa seguirá sem ele quando um dia já n estiver presente.
- 8 euros por mês foi considerado o necessário para fazer a distinçao entre quem considera simracing um game e um interesse sério. Um gamer compra vários jogos por ano que custam bem mais do que isso, enquanto que um verdadeiro simmer define as suas prioridades. O ponto importante aqui na minha perspectiva é: quem se disponibiliza a pagar 8 euros por mês não o fará para andar a crashar os outros (mas se o fizer tb n dura muito lá). Quem está no serviço está porque fez uma opção clara. Acabou o triste espectáculo de metade da grid ser posta propositadamente fora em T1 por um miudo.
- relacionado com o 1º ponto, há a questão da sustentabilidade. O princippal objectivo é transformar simracing num verdadeiro desporto. Não será fácil, e demorará mt tempo, mas para além disso, a única maneira de o fazer é se o desporto n depender de um mecenas. É fenomenal que alguém se disponha a investir tanto sem garantia de retorno, mas não é realista julgar que uma actividade pode ter successo e aceitação se não tiver uma verdadeira fonte de receitas que permita a desejada e continuada expansão.
ArrayFrancisco, explica-me então, se o JH tem assim tanto dinheiro e não precisa do iracing, pq são cobrados aqueles valores?[/quote]
É uma pergunta interessante. Na realidade ele poderia até dizer: ok, sou tão rico que posso até pagar tudo e oferecer isto de graça a todos. Mas já agora, será que tu ou eu o fariamos? Eu adoro simracing, mas duvido que fizesse isso. Há causas mais nobres se pensarmos em dar dinheiro.
Há mais razões par este tipo de preço/estratégia, mas as principais são:
bem, além de que um homem de negócios não gosta de deitar dinheiro fora :)
- o projecto é a MUITO longo prazo - isto quer dizer que daqui a 10 anos ainda vão estar a desenvolve-lo - eventualmente todas as pistas principais e até secundárias estarão no serviço, tal como todas as formas de motorsport. O preço de desenvolvimento é e será gigantesco. Ele tem 65 anos julgo, mas pensa e prepara tudo de forma que a empresa seguirá sem ele quando um dia já n estiver presente.
- 8 euros por mês foi considerado o necessário para fazer a distinçao entre quem considera simracing um game e um interesse sério. Um gamer compra vários jogos por ano que custam bem mais do que isso, enquanto que um verdadeiro simmer define as suas prioridades. O ponto importante aqui na minha perspectiva é: quem se disponibiliza a pagar 8 euros por mês não o fará para andar a crashar os outros (mas se o fizer tb n dura muito lá). Quem está no serviço está porque fez uma opção clara. Acabou o triste espectáculo de metade da grid ser posta propositadamente fora em T1 por um miudo.
- relacionado com o 1º ponto, há a questão da sustentabilidade. O princippal objectivo é transformar simracing num verdadeiro desporto. Não será fácil, e demorará mt tempo, mas para além disso, a única maneira de o fazer é se o desporto n depender de um mecenas. É fenomenal que alguém se disponha a investir tanto sem garantia de retorno, mas não é realista julgar que uma actividade pode ter successo e aceitação se não tiver uma verdadeira fonte de receitas que permita a desejada e continuada expansão.
