23-01-2008, 05:21 PM
Renault pode pagar temporada na GP2 a Parente<!--sizec--><!--/sizec-->
Com Fernando Alonso e Nelson Piquet como titulares e tendo Luca di Grassi e Romain Grosjean como pilotos de testes, a Renault não tem lugar para encaixar Álvaro Parente na sua equipa de Fórmula 1 este ano, mesmo que decida avançar para a sua contratação, provavelmente depois de mais um dia de testes que deverá ser concedido ao português.
Mas depois de ter sido ultrapassada pela BMW na contratação de Robert Kubica, que em apenas 41 voltas a Barcelona mostrou a todos que merecia estar na Fórmula 1, a Renault não deverá estar disposta a cometer o mesmo erro e segundo fontes de Enstone poderá oferecer um contrato a longo prazo a Parente, pagando-lhe o que faltar no seu orçamento para que corra numa boa equipa de GP2, para ficar com uma opção sobre os seus serviços em anos futuros.
É claro que para isso Parente e quem gere a sua carreira terão de aceitar ficar nas mãos de Briatore, mas tirando Sospiri e Kubica não há ninguém que tenha feito essa opção e se tenha dado mal. Só o facto de garantir um orçamento para a GP2 e ficar ligado à Renault, quando Piquet, di Grassi e Grosjean ainda não convenceram os seus responsáveis, será já muito positivo para Parente, que poderá ter dado um passo fundamental na sua carreira com as excelentes 64 voltas efectuadas em Jerez de la Frontera.
Dividido entre Super Nova e FMSI
Independentemente da posição que vier a ser tomada pela Renault, Álvaro Parente está apostado em rumar à GP2. De acordo com Pedro Moreira dos Santos, responsável pela gestão da carreira do piloto português, «as hipóteses do Álvaro passam pela Super Nova Racing ou pela Fisichella Motor Sport International.
São as duas formações competitivas que ainda têm um lugar vago, e isso acontece porque as equipas estão à espera de uma resposta da nossa parte». Tendo em conta que é necessário um milhão de euros para comprar um lugar numa equipa, Santos ficou contente com o resultado mediático deste teste, «que veio apressar o processo de decisão de algumas empresas». Parente tem duas semanas para decidir o seu futuro, e Santos vai ter reuniões com David Sears e Paolo Coloni, directores de ambas as equipas, já esta semana.
Embora a Super Nova, que permitiu a Luca Filippi terminar o campeonato no quarto lugar, com uma vitória, pareça o lugar mais competitivo, «e à primeira vista fazia mais sentido pôr o Álvaro lá», Pedro Santos adianta ainda que «a FMSI vai estar muito competitiva esta época, e estão em posição de construir um projecto à volta do Álvaro».
Fonte: http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&...s.stories/41296
Com Fernando Alonso e Nelson Piquet como titulares e tendo Luca di Grassi e Romain Grosjean como pilotos de testes, a Renault não tem lugar para encaixar Álvaro Parente na sua equipa de Fórmula 1 este ano, mesmo que decida avançar para a sua contratação, provavelmente depois de mais um dia de testes que deverá ser concedido ao português.
Mas depois de ter sido ultrapassada pela BMW na contratação de Robert Kubica, que em apenas 41 voltas a Barcelona mostrou a todos que merecia estar na Fórmula 1, a Renault não deverá estar disposta a cometer o mesmo erro e segundo fontes de Enstone poderá oferecer um contrato a longo prazo a Parente, pagando-lhe o que faltar no seu orçamento para que corra numa boa equipa de GP2, para ficar com uma opção sobre os seus serviços em anos futuros.
É claro que para isso Parente e quem gere a sua carreira terão de aceitar ficar nas mãos de Briatore, mas tirando Sospiri e Kubica não há ninguém que tenha feito essa opção e se tenha dado mal. Só o facto de garantir um orçamento para a GP2 e ficar ligado à Renault, quando Piquet, di Grassi e Grosjean ainda não convenceram os seus responsáveis, será já muito positivo para Parente, que poderá ter dado um passo fundamental na sua carreira com as excelentes 64 voltas efectuadas em Jerez de la Frontera.
Dividido entre Super Nova e FMSI
Independentemente da posição que vier a ser tomada pela Renault, Álvaro Parente está apostado em rumar à GP2. De acordo com Pedro Moreira dos Santos, responsável pela gestão da carreira do piloto português, «as hipóteses do Álvaro passam pela Super Nova Racing ou pela Fisichella Motor Sport International.
São as duas formações competitivas que ainda têm um lugar vago, e isso acontece porque as equipas estão à espera de uma resposta da nossa parte». Tendo em conta que é necessário um milhão de euros para comprar um lugar numa equipa, Santos ficou contente com o resultado mediático deste teste, «que veio apressar o processo de decisão de algumas empresas». Parente tem duas semanas para decidir o seu futuro, e Santos vai ter reuniões com David Sears e Paolo Coloni, directores de ambas as equipas, já esta semana.
Embora a Super Nova, que permitiu a Luca Filippi terminar o campeonato no quarto lugar, com uma vitória, pareça o lugar mais competitivo, «e à primeira vista fazia mais sentido pôr o Álvaro lá», Pedro Santos adianta ainda que «a FMSI vai estar muito competitiva esta época, e estão em posição de construir um projecto à volta do Álvaro».
Fonte: http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&...s.stories/41296
