25-04-2007, 05:55 PM
"Ora, foram as Forças Armadas, inquinadas pelo marxismo, por oficiais milicianos comunistas que envenenaram os capitães ingénuos e pessimamente preparados,- culturalmente falando-, que desarmaram brancos e pretos portugueses, autorizando as violências inauditas que se verificaram sobre eles. Violências, em parte já referidas nesta obra, sobre mulheres e crianças, destruições de propriedades de toda a espécie, desrespeito à bandeira portuguesa, aniquilamento de uma obra de civilização cinco vezes secular.
Na Revolução, chamada dos cravos, que esfarrapou uma grande Nação, houve intensas emoções e agitações populares. Numa revolução o povo transforma-se em turba-multa e, por vezes, em canalha desregrada. É preciso não esquecer que o "25 de Abril" teve, na História Mundial, a importância de uma grande revolução, de uma profunda convulção. O mundo não percebeu que, com esta revolução, se entregaram à então União Soviética posições estratégicas que ela nunca sonhara obter sem derramar sangue. Não sabemos se os Estados Unidos o compreenderam!"
"Nas províncias do Ultramar tudo era roubado aos portugueses: terras, casas, bancos, seguros, empresas. Aos estrangeiros nada roubavam! Os que fugiram à onda selvática, nas províncias, perderam, até, os depósitos bancários!"
Os famigerados capitães de Abril, uns ingénuos sem qualquer competência nos campos da política, da economia, da produção, afirmavam que a frase de Salazar "orgulhosamente sós" reflectia o desprestígio internacional do País. De facto as grandes potências faziam, directa ou indirectamente, pressões sobre o Governo do professor Salazar. Mas este, firme como uma rocha, não cedia em nada que pudesse beliscar o sentido que tinha de Nação histórica. Quando "rebentou" o "25 de Abril" as nações que tinham interesses em África, que Salazar hostilizava, aplaudiram a "Revolução dos Cravos", pois sabiam que iam obter facilmente aquilo que se lhe tinha negado durante três dezenas de anos."
"E todos esses imbecis, uns fardados e com estrelas, outros sem gravata andarão a saltitar pelos salões das embaixadas ou dos grandes hóteis. Falam, falam...se a noção de que perderam uma PÁTRIA..."
CASACO, António Rosa- Servi a pátria e acreditei no regime. S.l: Edição António Rosa Casaco, 2003.
Na Revolução, chamada dos cravos, que esfarrapou uma grande Nação, houve intensas emoções e agitações populares. Numa revolução o povo transforma-se em turba-multa e, por vezes, em canalha desregrada. É preciso não esquecer que o "25 de Abril" teve, na História Mundial, a importância de uma grande revolução, de uma profunda convulção. O mundo não percebeu que, com esta revolução, se entregaram à então União Soviética posições estratégicas que ela nunca sonhara obter sem derramar sangue. Não sabemos se os Estados Unidos o compreenderam!"
"Nas províncias do Ultramar tudo era roubado aos portugueses: terras, casas, bancos, seguros, empresas. Aos estrangeiros nada roubavam! Os que fugiram à onda selvática, nas províncias, perderam, até, os depósitos bancários!"
Os famigerados capitães de Abril, uns ingénuos sem qualquer competência nos campos da política, da economia, da produção, afirmavam que a frase de Salazar "orgulhosamente sós" reflectia o desprestígio internacional do País. De facto as grandes potências faziam, directa ou indirectamente, pressões sobre o Governo do professor Salazar. Mas este, firme como uma rocha, não cedia em nada que pudesse beliscar o sentido que tinha de Nação histórica. Quando "rebentou" o "25 de Abril" as nações que tinham interesses em África, que Salazar hostilizava, aplaudiram a "Revolução dos Cravos", pois sabiam que iam obter facilmente aquilo que se lhe tinha negado durante três dezenas de anos."
"E todos esses imbecis, uns fardados e com estrelas, outros sem gravata andarão a saltitar pelos salões das embaixadas ou dos grandes hóteis. Falam, falam...se a noção de que perderam uma PÁTRIA..."
CASACO, António Rosa- Servi a pátria e acreditei no regime. S.l: Edição António Rosa Casaco, 2003.
«Na melhor hipótese a representação parlamentar oferece o aspecto duma duplicação de forças, que ou se revelam hostis ou pelo menos inarmónicas, mesmo quando o partido que se arroga a representação das massas operárias exerce com exclusividade o poder».


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