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Filha-putice em Portugal - julioc - 26-03-2008

Esta juventude vai de mal a pior...tanta coisa por causa de um telemovel eheheh!
Aquela devia ser uma das viciadas em SMS...como aqui existem..conheco uma miuda, que chega a mandar mais de 1000 SMS por semana...mesmo nas aulas...isto é exagero!
É do tipo :

-Agora vou dormir!
-Ok!

20 minutos depois ...

- Já estás a dormir?

...

já aconteceu isso a um dos viciados que conheço quando fui acampar no verão passado.

Eu também tenho sempre um telemovel ligado...mas em silencio, pois nunca se sabe o que pode acontecer...
mas agora mandar constantemente SMS...era aluna pá rua e telemovel para o conselho executivo.


Filha-putice em Portugal - diospiro_verde - 26-03-2008

ArrayMinistério Público quer apurar se houve ilícito penal
Aluna que agrediu professora vai ser alvo de processo no Tribunal de Menores
26.03.2008 - 09h21 PÚBLICO
A aluna que esteve envolvida no caso de agressão a uma professora na Escola Secundária Carolina Michaëlis, no Porto, vai ser alvo de um processo no Tribunal de Menores, avançou hoje o “Jornal de Notícias”.

A decisão terá sido tomada ontem pelo Ministério Público que pretende apurar se houve ou não algum ilícito penal por parte da jovem, quando esta tentou retirar o telemóvel à professora, isto é, se houve ofensas à integridade física da docente ou crime de injúrias.

Com a nova legislação as autoridades não precisam de queixa para actuar, pois no caso de ter existido algum ilícito haverá sempre crime público.

Tendo em consideração a idade da aluna, 15 anos, o Tribunal de Menores era a única hipótese possível em termos legais. Caso seja considerada culpada no final do processo, a menor pode enfrentar uma medida tutelar educativa, pretendendo-se a “educação para o Direito”.

Até ao momento a professora não fez nenhuma participação formal fora da escola.

Entretanto, Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, em entrevista à Sic, criticou a atitude do procurador-geral da República, Pinto Monteiro, por ter mandado investigar este caso e ter pedido mais autoridade para os professores, quando ninguém fez queixa.

Marinho Pinto considerou a intervenção do procurador-geral “excessiva”, já que o direito criminal não serve para combater estes crimes. “Acho que o Ministério Público devia investigar a verdadeira criminalidade e apresentar resultados”, acrescentou o bastonário.[/quote]


Filha-putice em Portugal - Marco - 26-03-2008

este bastonário fala bem.
o PGR procura publicidade e destaque nos media, o que é vergonhoso, e tipo parasita aproveita-se de tudo.

quem deveria intervir e não o fez, é a sra ministra da educaçao que obviamente fica calada que nem uma rata.
de qq modo parece-me correcta a decisao de penalizar a aluna pelo seu comportamento. pena q nao façam o mesmo com as restantes provas q existem em tantos casos pelas escolas deste país. (q é feita da reportagem da RTP?)

a ver se a canalhada se "acagaça" e começa a ter respeito dentro das salas de aula